domingo, 4 de enero de 2009

CADIVI-URGENTE MANUAL DE NORMAS Y PROCEDIMIENTOS

Manual de Normas y Procedimientos - para consignación de documentos – CADIVI – Primer de ENERO 2009 La Comisión de Administración de Divisas (CADIVI) informa que está disponible en su página electrónica (www.cadivi.gob.ve) el “Manual de normas y procedimientos para la consignación de documentos ante la Comisión de Administración de Divisas a través del operador cambiario autorizado”.El manual incluye normas generales y específicas para la consignación de documentos relacionados con la solicitud de registro de usuario en el sistema de administración de divisas, las providencias vigentes, de los recursos de reconsideración y de las modificaciones al registro de usuario, por parte de las personas naturales y jurídicas ante CADIVI.

viernes, 2 de enero de 2009

CELEBRACION DE FIN DE AÑO

En el Almuerzo varios afiliados disfrutan de la presencia del Sr Embajador de Brasil , Sr Antonio José Ferreira, del presidente de Cavenbra, Ing Nelson Quijada , del Sr Gerson Perez. Sr Jaime Meyer , el Ing Mauricio Petit y demas invitados.

jueves, 1 de enero de 2009

FERIA INTERNACIONAL DE CALZADOS - SÃO PAULO DIAS 12-15 DE ENERO

Couromoda 2009

36ª Feria Internacional de Calzados, Articulos Deportivos y Artecfatos de Cuero
12 a 15 de Enero, 2009 - 10 a las 19 horas São Paulo - Parque Anhembi - São Paulo

Feria Anual Internacional
Maior feira de calçados, artigos esportivos e artefatos de couro da América Latina, a Couromoda reúne 1.100 expositores e recebe 77.000 visitas profissionais do Brasil e mais de 74 países. Realizada em São Paulo, no pavilhão de exposições do Anhembi, a feira apresenta as primeiras coleções do ano em calçados, artefatos de couro e acessórios de moda, influenciando o movimento do mercado de calçados em todo o primeiro semestre.
Setores & Produtos
Calçados femininos, masculinos e infantis, bolsas, artigos esportivos, artefatos de couro, confecções e acessórios de moda, bijuterias, matérias-primas, máquinas, componentes e tecnologia para o setor de calçados.
Patrocínio/Apoio
Filiada à: União Brasileira dos Promotores de Feiras / Associação Brasileira das Indústrias de Calçados - Membro fundador: WSFO - Organização Mundial das Feiras de Calçados; Associação Brasileira de Lojistas de Artefatos e Calçados
Categoria do Evento
Especializado mediante convite
DADOS DA EDIÇÃO ANTERIOR - Area en m2 -80.000
Nº de expositores participantes: 1100 , expositores estranjeros 30
Visitantes: 77000
Próxima edição: janeiro 2010
PARQUE ANHEMBI - SãO PAULO

domingo, 28 de diciembre de 2008

SEGURO EXPORTACION BRASIL MAS CARO 30%

Valor Econômico – 15/12/2008Seguro para exportação sobe 30%Altamiro Silva Júnior – De São Paulo Os exportadores andam com a vida complicada. Além da falta de recursos para financiar as vendas externas, as empresas estão com dificuldade para fazer o seguro de crédito para exportação. Contratar a apólice, que protege contra inadimplência da empresa compradora, ficou mais caro e mais difícil. Dependendo do destino das exportações, as seguradoras não aceitam mais fazer o seguro, por conta do aumento de calotes e falências de empresas lá fora.
Os preços do seguro de crédito à exportação chegaram a subir 30% nas últimas semanas. Em alguns casos, mesmo que a empresa esteja disposta a pagar mais caro, não consegue fazer seguro. É o caso de quem exporta para a Argentina. A Coface-SBCE, a maior seguradora do setor, com mais de 50% do mercado, resolveu não mais aceitar contratos para o país vizinho, que sofre com os efeitos da crise.
Segundo Fernando Blanco, presidente da Coface, a seguradora considera que tem muito risco com empresas argentinas, em contratos fechados no passado e já com alguns sinistros contabilizados. Por isso, resolveu parar agora. A dificuldade não fica só com a Argentina. Segundo os especialistas, quando a empresa exporta para outros países latinos, Estados Unidos e Europa também precisa se explicar muito bem para as seguradoras.
No caso do Equador e Bolívia, o maior problema é político, por conta das recentes disputas dos governos locais com empresas brasileiras. Na Venezuela, por conta da queda do preço do petróleo e pela burocracia que dificulta o pagamento dos prêmios (que chegam a demorar mais de um ano para serem pagos), os contratos são analisados caso a caso pelas seguradoras.
Nos Estados Unidos, uma das principais restrições são para empresas que exportam para setores ligados à construção civil, o que mais tem sofrido com a crise das hipotecas. Há casos de seguradoras que recusaram apólices quando a empresa exporta para esse setor. O mesmo vale para alguns países da Europa, mergulhado na crise. "Temos dito mais não do que sim. Querem procurar um cadeado depois que a porta foi arrombada", afirma Blanco, da Coface.
Além das seguradoras que fazem esse seguro ficarem mais cautelosas, as resseguradoras, que ajudam a diluir o risco das apólices no mercado externo, também estão mais criteriosas. Muitas reduziram os limites de riscos que estão dispostas a aceitar e subiram o preço do resseguro. "O mercado ressegurador está mais cauteloso e as taxas do seguro de crédito estão em alta por conta do aumento da sinistralidade", afirma Edvaldo Cerqueira, diretor presidente da Cesce Brasil Seguros de Crédito, a segundo maior do setor no país.
Na Crédito y Caución, seguradora espanhola que desembarcou no Brasil há dois anos, as taxas ficaram mais altas para as empresas que estão renovando suas apólices. Subiram entre 20% e 30%. Segundo Jesus Angel Victorio Cano, presidente da CyC, a procura por esse tipo de seguro cresceu consideravelmente nas últimas semanas.
Cano avalia que esse é um momento interessante para ampliar a cultura desse seguro entre empresas brasileiras. Muito comum na Europa, principalmente na Espanha e França, o seguro de crédito à exportação é relativamente novo no Brasil e pouco conhecido.
Marcelo Elias, diretor executivo da Marsh, uma das maiores corretoras e consultorias de seguro do mundo, avalia que este é o momento para algumas seguradoras novas conseguirem mais clientes, pois há demanda. Segundo ele, a Marsh tem recebido consultas de várias empresas, interessadas em saber do produto. "O momento é crítico, mas oferece oportunidades." Elias notou uma maior seletividade das seguradoras, que estão reduzindo os limites e a cobertura.
O seguro de crédito externo movimentou R$ 28 milhões este ano, até outubro, segundo os dados mais recentes da Superintendência de Seguros Privados (Susep), incluindo a cobertura de risco político. No geral, as empresas contratam apenas a cobertura de riscos comerciais. Os prêmios estão estáveis em relação a 2007. Mesmo com a maior procura e o aumento das taxas, como as exportações das empresas estão em queda, por conta da desaceleração de vários países, o prêmio final não cresce, destaca o presidente da Crédito y Caución. Em geral, cobra-se da empresa um percentual em relação ao valor exportado.

martes, 2 de diciembre de 2008

CELEBRACION DE FIN DE AÑO CAVENBRA

La CAMARA DE COMERCIO E INDUSTRIA VENEZOLANO BRASILERA tiene el agrado de Invitarle a la CELEBRACION DE FIN DE AÑO , en el marco de los 20 años de CAVENBRA , que se realizara el dia 9 de Diciembre , para todos nuestros afiliados y ejecutivos brasileros en Venezuela . Todos nuestos asociados receberan invitaciones antes de esa fecha . Favor entrar en contacto directo con la sra Carmen Centeno .

sábado, 22 de noviembre de 2008

EXPECTATIVA DE LA CRISIS EN BRASIL

Empresas já sentem efeitos da crise na demanda
Brasília - Além dos efeitos na concessão de crédito, a crise financeira internacional também está gerando redução da demanda na economia brasileira. Pesquisa realizada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) mostrou que 71% das empresas consultadas dizem que seus investimentos foram afetados pela crise e 57% estão revendo suas projeções de vendas para 2009. De acordo com o gerente executivo de Pesquisa, Avaliação e Desenvolvimento da CNI, Renato da Fonseca, a redução da demanda já era prevista para ocorrer depois da redução do crédito, mas ela veio mais rápido do que se imaginava. “O que surpreendeu foi a rapidez com que a redução da demanda aconteceu. Isso ocorreu principalmente por causa das expectativas: as pessoas e as empresas se assustaram, então todo mundo está dando um tempo para ver o que vai acontecer antes de decidir pelas compras”, disse Fonseca, em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional. Segundo ele, os setores mais afetados pela crise são os exportadores de commodities e os que dependem muito de financiamento, como a indústria automobilística. Nos Estados Unidos, as três maiores montadoras do país – General Motors, Ford e Chrysler aguardam a aprovação de um pacote de resgate de US$ 25 bilhões no Congresso, prometido para ser votado até o dia 2 de dezembro. Aqui no Brasil, a GM divulgou uma mensagem institucional na qual afirma que, apesar de sentir as conseqüências da crise financeira norte-americana, a sede brasileira da empresa vai manter todos os investimentos programados para o país até 2012, como a construção da nova fábrica de motores em Joinville (SC) e o lançamento de um novo veículo que será produzido em São José dos Campos (SP). A Ford divulgou no início do mês o balanço do terceiro trimestre do ano, que mostra um prejuízo líquido de US$ 129 milhões. A companhia também anunciou ações para reduzir custos e aumentar o resultado bruto da empresa, como a redução de 10% nos custos com pessoal e redução nos gastos de capital, manufatura, tecnologia da informação e na publicidade. “As ações são para permitir que a Ford continue a implementar a seu plano de transformação de produtos, apesar da fragilidade continuada no mercado automotivo global e o ambiente econômico”, diz o comunicado da empresa. No entanto, na América do Sul a Ford diz que registrou um lucro de US$ 480 milhões, comparado aos US$ 386 milhões de um ano atrás. A assessoria de imprensa diz que a empresa está evitando comentar os problemas enfrentados pela montadora nos Estados Unidos, para que a repercussão não cause impacto na confiança dos consumidores brasileiros. A Chrysler não retornou o pedido de entrevista da Agência Brasil. '

miércoles, 12 de noviembre de 2008

ALERTA- CAMBIO NORMATIVO- PROPIEDAD INTELECTUAL

Todas las marcas, imagen y propiedad intelectual de su empresa están en riesgo de perder el marco jurídico. No deje de participar en el Seminario sobre EL CAMBIO NORMATIVO EN LA PROPIEDAD INTELECTUAL EN VENEZUELA en fa ce a la desaplicación de la decisión 486 de la CAN/ Restitucion de la Ley de 1955 . Impacto del Aviso Oficial del SAPI de 12/09/2008.

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