domingo, 20 de enero de 2013

DECLARACIONES DEL MINISTRO DE INDUSTRIA E DESARROLLO DE BRASIL A RESPECTO DEL COMERCIO EXTERIOR BRASILERO EN 2012


Artigo do ministro Fernando Pimentel na Folha de S. Paulo

14/01/2013 , Folha de S. Paulo ,14 de janeiro de 2013
O QUE A BALANÇA COMERCIAL REVELA
FERNANDO PIMENTEL

O Brasil fechou 2012 com exportações da ordem de US$ 242,6 bilhões --o segundo melhor resultado da série histórica-- e um superavit de US$ 19,4 bilhões, a despeito do agravamento da crise econômica internacional.

No entanto, foi a queda de 34,8% do saldo positivo da balança comercial na comparação com 2011 que concentrou a atenção dos analistas, impedindo que se enxergasse muitos outros aspectos do bom resultado de 2012.

Bom resultado? Sim, e vejamos por quê. Antes de tudo, em nenhum outro biênio, o Brasil exportou tanto quanto nos últimos dois anos.

Em 2012, mantivemos o patamar elevado de exportações atingido em 2011, ano de recorde das nossas vendas externas. É preciso lembrar que já em 2011 tínhamos aumento de 27% em relação ao ano de 2010. Ou seja, a queda de 5,3% das exportações em 2012 tem que ser vista no contexto de um patamar muito elevado no ano anterior.

A corrente de comércio de 2012 foi a segunda maior da série histórica, com o registro de que 82% do que o Brasil importou no ano passado foram insumos e bens de capital, ou seja, alavancas para o crescimento econômico.

É sabido que as importações --dentro de parâmetros leais-- contribuem para a competitividade da indústria brasileira e para as próprias exportações do país. Prova disso é que na lista dos cem maiores importadores brasileiros em 2012, 94 também exportaram.
Pode ter passado despercebido o fato de que, entre todas as categorias, as exportações de manufaturados apresentaram a menor queda (-1,7%). Em outras palavras, a venda de manufaturados evitou uma queda maior nas exportações em 2012.

Num ano marcado pela crise externa, o Brasil bateu recorde de exportação de produtos como ônibus, bombas e compressores, motores e geradores elétricos. Também as exportações de aviões cresceram 21% em relação a 2011.

Não se pode ignorar o impacto da crise internacional --e, em particular, da queda de preços de commodities-- sobre o nosso comércio exterior. Obviamente, não se trata de negar a redução do superavit, mas um simples exercício aritmético permite concluir que, mantidos os preços do minério de ferro praticados em 2011, só as exportações dessa commodity teriam agregado US$ 10,3 bilhões ao resultado de 2012.

Essa diferença teria elevado nosso saldo aos quase US$ 30 bilhões de 2011, praticamente zerando a queda das exportações.

Notem que outros países exportadores de commodities minerais experimentaram quedas relevantes em seus saldos. De janeiro a outubro, a Austrália registrou perdas de 63%. No Chile, a queda foi de 72% entre janeiro e novembro.

Convém ainda um comentário sobre a Argentina. Apesar de persistirem dificuldades administrativas para exportadores brasileiros, poucos analistas notaram que a maior parte da queda das vendas está relacionada ao desaquecimento da economia do país vizinho e do efeito preço de alguns produtos: minério de ferro (-43%), combustíveis (-71%), aviões (-100%), energia elétrica (-39%) experimentaram queda significativa apenas por motivos relacionados à situação econômica da própria Argentina e do mundo.

Num cenário em que o mundo ainda se ressente dos efeitos da crise, pode-se considerar claramente positivo o resultado das exportações brasileiras em 2012, que, repito, atingiram o segundo maior valor da série histórica. Uma leitura da realidade que não leve em conta as variáveis aqui mencionadas certamente não conta toda a história.

Em 2013, o início de recuperação da economia internacional, combinada aos resultados de medidas adotadas pelo governo brasileiro para aumentar a competitividade da indústria nacional, decerto vai produzir efeitos positivos sobre o nosso comércio exterior.
Agora é trabalhar para mais um ano de bons resultados.

FERNANDO PIMENTEL, 61, é ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Foi prefeito de Belo Horizonte entre 2003 e 2008

martes, 15 de enero de 2013

ECONOMIA VENEZUELANA ANO 2012 E PREVISOES PARA 2013


A economía venezuelana fechou o año 2012 com um resultado positivo de 5,5%, mas marcado por uma inflacao de 20,1%, un importante déficit fiscal y una reducao ao final na entrega de divisas.    O gasto publico cresceu por cima de 15% em termos reais   com liberacao de divisas que aumentaram as importacoes , o que veio a estimular os motores da economia   como a construcao que aumentou 16,8%, as instituicoes financeiras  32,6% , o  comercio  aumentou  9,2% e comunicacoes 7,2%.
As importacoes   cresceram 20,4, em relacao ao ano 2011, chegando a valores proximos aos 56,3 mil milhoes. As exportacoes fecharam em valores proximos aos 92  mil milhoes de US$  O orcamento terminou o ano em 472,2 millardos de Bolivares                                                                                                                                                                                                                                                  O Governo confía  que em 2013 a atividade económica mantenha a mesma tendencia de crescimento que se  iniciou ha dois anos, mas a eminente necessidad de realizar ajustes de tipo cambial e fiscal, com reducao do gasto,  poderiam alterar esse objetivo , em vista que havera uma reducao do gasto publico.
As estimativas do Governo sera alcancar 6% do Producto Interno Bruto (PIB) como meta . Ao contrario os analistas privados, bancas de investimentos e organismos multilaterais se afastam dessa previsao, ao calcular entre 2% y 4% a variacao da actividade económica venezuelana para o fechamento de 2013.Acreditam tambem que havera uma desaceleracao da economia e naturalmente uma desvalorisacao da paridade cambial.

miércoles, 2 de enero de 2013

BRASIL FECHA IMPORTACOES NO VALOR DE US$ 223,14 MIL MILHOES E EXPORTACOES DE 242,58 MM NO ACUMULATIVO DE 2012

Balança comercial tem pior superávit em 10 anos em 2012 Segundo o MDIC, o saldo acumulado do ano foi de US$ 19,4 bilhões; valor representou uma queda de 34,7% ante o apurado no ano anterior O resultado anual foi US$ 10 bilhões (34%) menor do que no ano anterior (Ivan Pacheco) XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Queda nas exportações foi observada em todas as categorias de produtos em 2012 A balança comercial brasileira registrou superávit de 19,43 bilhões de dólares em 2012. Segundo a série histórica do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), este foi o pior saldo dos últimos dez anos. O resultado decorreu de exportações de 242,58 bilhões de dólares e importações de 223,14 bilhões de dólares, informou o órgão nesta quarta-feira. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX O resultado do ano passado foi 10 bilhões de dólares menor (queda de 34,76%) que o verificado em 2011, quando a balança brasileira fechou com saldo positivo de 29,79 bilhões de dólares. Em dezembro, o saldo ficou positivo em 2,25 bilhões de dólares, com vendas externas de 19,75 bilhões de dólares e importações de 17,49 bilhões de dólares. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Categorias – Todas as categorias de produtos registraram queda na exportações em 2012. As vendas externas de manufaturados caíram 1,7% ante 2011, ao passo que os semimanufaturados desabaram 8,3% na mesma base de comparação. Já os embarques de produtos básicos diminuíram 7,4% no período. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX As maiores quedas no grupo de manufaturados foram as de laminados planos, açúcar refinado, automóveis de passageiros, óxidos e hidróxidos de alumínio e suco de laranja não congelado. Por outro lado, cresceram as exportações de etanol, óleos combustíveis, aviões e motores e geradores elétricos, bombas e compressores. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Nos produtos básicos, a queda nas vendas foi puxada por café em grão, minério de ferro, petróleo em bruto e carne de frango, mas aumentaram os embarques ao exterior de milho em grão, algodão em bruto, farelo de soja, fumo em folhas, carne bovina e soja em grão. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX No grupo de semimanufaturados, as maiores retrações foram registradas nas exportações de semimanufaturados de ferro e aço, alumínio em bruto, ferro fundido, açúcar em bruto, celulose e óleo de soja em bruto. No entanto, subiram as vendas externas de ferro-ligas, ouro semimanufaturado e couros e peles. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Parceiros – A China terminou 2012 como principal destino das exportações brasileiras e como principal origem das importações do Brasil. As importações brasileiras do gigante asiático subiram 4,4% em relação a 2011, somando 34,24 bilhões de dólares, enquanto as vendas externas ao país apresentaram queda de 7%, para 41,22 bilhões de dólares. XXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXXX Os Estados Unidos foram o único destino das exportações brasileiras com aumento nos embarques em 2012, com alta de 3,5%. Para a União Europeia, as exportações do país caíram 7,7%, ao passo que, para o Mercosul, o recuo foi de 4,1%. Somente as vendas de produtos brasileiros para a Argentina diminuíram 20,7%. Análise - Segundo a ministra interina do MDIC, Tatiana Prazeres, a queda de 5,3% nas exportações brasileiras em 2012 se deve essencialmente a três fatores: quedas nos preços internacionais, retração do mercado europeu e aumento das barreiras comerciais em outros mercados. Ela explica que se o preço do minério de ferro tivesse permanecido no mesmo patamar de 2011, as exportações teriam sido 10,3 bilhões de dólares maiores, o que faria com que a queda no ano fosse de apenas 1,2%. Tatiana avaliou que a crise internacional também aumentou as barreiras comerciais em outros mercados, prejudicando as vendas de produtos brasileiros. Segundo a ministra interina, o país registrou em 2012 o segundo maior valor da história em exportações (243 bilhões de reais) e importações (223 bilhões de reais). Para Tatiana, os recuos em relação a 2011 - quando as exportações somaram 256 bilhões de reais e as importações, 226 bilhões de reais - foram influenciados pela base de comparação elevada, já que os dois indicadores subiram 27% e 24,5% , respectivamente, em relação a 2010. "As exportações têm, sim, um bom desempenho. Estamos em um nível bastante alto", afirmou. "Estamos mantendo um patamar de comércio bastante elevado, que teve seu ápice em 2011." (com Reuters e Estadão Conteúdo)

domingo, 30 de diciembre de 2012

VENEZUELA FECHA IMPORTAÇÕES EM 56.357 MILHÕES DE DOLARES ATÉ DEZEMBRO DE 2012 E EXPORTACOES DE 95,5MM

O PESO DAS IMPORTAÇOES VENEZUELANAS DO SETOR PRIVADO CAIU A 61,3 % ESTE ANO ,CORRESPONDENDO A 34.601 MILHOES DE DOLARES E O SETOR PUBLICO A 21.756 MILHOES de DOLARES .HOUVE UM INCREMENTO DE 20,4% EN RELAÇAO AO ANO 2011. A INFLAÇAO CAIU ATE 16% (DE ENERO A NOVEMBRO). O PIB CRESCEU 5,5%;O SETOR CONSTRUÇAO CRESCEU 16,8% E O COMERCIO CRESCEU 9,2% .O SETOR MINERIA CAIU 5,2% E MANUFATURA CAIU 2,5%, SEGUNDO O BCV.

miércoles, 12 de diciembre de 2012

RELAÇÕES VENEZUELA BRASIL - NEGOCIAÇÕES ALFANDEGARIAS NO AMBITO DO MERCOSUL- VENEZUELA NEGOCIA PRAZOS PARA APLICAR LIVRE COMERCIO

O EXECUTIVO VENEZUELANO CONCORDOU COM O BRASIL 779 CODIGOS DE PRODUTOS SENSIVEIS Y COM A ARGENTINA 609. AO MESMO TEMPO A VENEZUELA TERA 485 EXCEPÇOES COM TERCEIROS PAISES. KATIUSKA HERNÁNDEZ / NICOLLE YAPUR 12 de dezembro de 2012 - 12:42 am O GOVERNO NEGOCIA COM O MERCOSUL PARA QUE SE ACEITEM OS PRAZOS ESTABELECIDOS NO ACORDO DE COMPLEMENTACAO ECONOMICA - ACE 59, PARA EVITAR A LIBERACAO IMEDIATA de TODOS OS CODIGOS ALFANDEGARIOS DE PRODUTOS SENSIVEIS FRENTE A ARGENTINA , BRASIL Y URUGUAY Y FUTURAMENTE ANTE PARAGUAY , QUANDO VOLTE AO BLOQUE LOGO DEPOIS DA SUSPENSÃO. O MINISTRO DE INDUSTRIA, RICARDO MENENDEZ, ADIANTOU QUE O PROGRAMA DE DA LIBERACAO COMERCIAL ESTABELECERAM COM O BRASIL A PROTECAO DE 779 CODIGOS ALFANDEGARIOS CORRESPONDENTES A PRODUTOS SENSIVEIS Y COM A ARGENTINA 609 PARA UM TOTAL DE 1388. “E UM TEMA MUITO IMPORTANTEe Y QUE VAI CONTRA A CORRENTE DE ALGUNS EMPRESARIOS LOCAIS QUE DECLARAVAM QUE NAO HAVIA PROTECAO AOS PRODUTOS SENSIVEIS DO NOSSO PAIS . O FUNCIONARIO NAO DETALHOU SE A CONDICAO DE SENSIBILIDADE SE MANTERA ATE 2014, QUANDO VENCE O ACE59, O SE RECORRERAO AO BENEFICIO SUSCRITO ENTRE A CAN E O MERCOSUL EM 2004 SE MANTENHA ATE 2018 PARA UMA SERIE DE PRODUTOS. “Es un asunto que sigue en discusión y existe la mejor disposición de los países miembros del Mercosur de entender que en el caso de Venezuela hay sectores frágiles y no se puede aplicar una liberación drástica de los aranceles dentro del libre comercio en el bloque”, agregó un técnico del Gobierno que asistió a Brasilia. También lograron que Venezuela continúe aplicando la política de licencias de importación como una medida para administrar las compras externas y beneficiar la producción nacional. El ministro de Industria informó que adicionalmente suscribieron acuerdos con Argentina, Brasil y Uruguay para el fortalecimiento de los sectores protegidos a través de la dotación de bienes de capital y programas de transferencia tecnológica. Con terceros países Ricardo Menéndez explicó que ante terceros países hay un cronograma de desgravación del Arancel Externo Común, y también protecciones temporales y permanentes para sectores y rubros sensibles. La primera se aplicará en abril de 2013 y consiste en el desgravamen de 28,17% de los códigos arancelarios, la segunda fase será en abril de 2014 y abarcará 18,39% de los códigos, y la fase tres en abril de 2015 en la que estarán desgravados 14,01%. Está previsto que en 2016 quede 17% de los aranceles, donde en su mayoría están los rubros agrícolas y alimenticios. “Esto es una noticia sumamente importante para todo el aparato productivo de nuestro país y es que tenemos un total de códigos arancelarios que han pasado a excepciones desde el punto de vista permanente y temporal, en el caso de alimentación y agricultura 141 excepciones permanentes y 200 temporales, para la industria 74 códigos permanentes, 54 temporales y en petroquímica 10 permanentes y 6 temporales. Las excepciones son las áreas que hemos decidido proteger”, expresó. Precisó que esto permitirá fortalecer el aparato productivo y favorecer los precios internos. “En total son 485 excepciones o códigos arancelarios protegidos de los cuales 225 serán permanentes y 260 temporales”, agregó. Agricultores piden definición Rodrigo Agudo, asesor del sector agrícola, consideró inconveniente que Venezuela primero negocie el arancel externo común y obvie el tema de la zona de libre comercio que desde ya esta vigente en el Mercosur. “Los países lideres exportadores de alimentos del mundo están en el Mercosur y si quedamos en cero arancel por la zona de libre comercio y se instrumenta de forma inmediata, Venezuela quedará expuesta a las importaciones baratas en desmedro de la producción nacional”, alertó. La pareció conveniente que el Gobierno pueda definir que el Acuerdo de Complementación Económica 59 se mantenga vigente y el sector agrícola, por ejemplo, quede protegido hasta 2018.

sábado, 8 de diciembre de 2012

FORUM EMPRESARIAL DO MERCOSUL - BRASILIA 7 DE DEZEMBRO

Fórum Empresarial do MERCOSUL - Brasília, 7 de dezembro de 2012 04/12/2012 - Será realizado em Brasília, no dia 7 de dezembro de 2012, o Fórum Empresarial do MERCOSUL, em paralelo à XLIV Reunião de Cúpula do bloco regional. O encontro contará com a participação de empresários e representantes governamentais. Na ocasião, serão debatidas ações que levem à expansão do comércio e dos investimentos entre os países do MERCOSUL. O evento é promovido pela Presidência Pro Tempore Brasileira do MERCOSUL, com apoio do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC), da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) e da Confederação Nacional da Indústria (CNI). As discussões do encontro estarão centradas em quatro eixos temáticos: infraestrutura e logística, agronegócio, recursos energéticos e inovação. Em razão da importância estratégica das pequenas e médias empresas para a integração regional, os temas relativos a elas serão debatidos de forma transversal em todos os eixos temáticos. O Fórum também contará com espaços para encontros de prospecção de oportunidades de investimento, reuniões de trabalho e rodadas de negócios. Os países do MERCOSUL reúnem uma população de 275 milhões de pessoas e alcançaram, em 2011, um Produto Interno Bruto (PIB) de US$ 3,32 trilhões. Em 2011, as exportações brasileiras para os quatro outros países que formam o Bloco foram de US$ 32,4 bilhões. O intercâmbio comercial do MERCOSUL com o mundo aumentou de US$ 508,64 bilhões, em 2007, para US$ 782,41 bilhões no ano passado. A programação completa do Fórum pode ser consultada no endereço www.brasilglobalnet.gov.br.

REUNIÃO DO MERCOSUL - VENEZUELA -TRATAMENTO A TERCEIROS PAISES - PRODUTOS SENSIVEIS - PRESIDENTE DE CAVENBRA NAS NEGOCIAÇÕES EM BRASILIA

KATIUSKA HERNÁNDEZ 8 de diciembre 2012 - 12:01 am Venezuela concordou manter os impostos vigentes que aplica a terceiros países para 485 códigos alfandegarios ou produtos que serao protegidos de forma temporal e alguns permanentemente. A medida se logróu na negociação na cumbre do Mercosul, com o qual o país nao tera que baixar os impostos alfandegarios que cobra pelas importacoes de productos sensiveis como café, açúcar, oleos, rubros pesqueiros, farinas, productos balanceados para animais, avícolas, bovinos e plátanos entre outros. “A maioría dos impostos alfandegariose de estos productos qualificados como sensiveis entre eles rubros agrícolas e de alimentos terao uma protecao permanente, e como dizer, seguiremos aplicando o arancel vigente que tem a Venezuela para eles e havera um cronograma ate 2018”, mencionou um representante empresarial que assistiu a cumbre. Nelson Quijada, presidente da Cámara de Comercio Venezolana-Brasileña de Caracas- Venezuela informóu que o desgravamem acordado pela Venezuela frente a terceiros estabelece que no primeiro ano no Mercosul, o país liberara 28% do universo arancelario, no segundo ano 18%, no terceiro ano 15% e no quarto 36%. “Temos entao 4 años para poder nivelarnos na materia de competitividad nos rubros sensiveis”, dice Quijada. Havera oportunidades de crescer si esta integracao vem acompanhada de políticas públicas que incentivem a producao, agilizem os trámites y reduzam as assimetrías existentes. Mencionou áreas de negocios com o norte de Brasil onde ha máis de 40 milhoes de pessoas que podem ser atendidas com bens e serviços das empresas venezuelanas. Tambem se podera desarrolhar no país projetos agroindustriais conjuntos. Quijada indicóu que a balança comercial com o Brasil pode fechar o ano com máis de 5 milhardos de dólares, dos quais 4 mil milhoes sao a favor de ese país e o resto das exportaçoes petroleiras da Venezuela. Trabajo conjunto. Alberto Vollmer, presidente ejecutivo de Ron Santa Teresa y miembro de la Comisión Presidencial del Mercosur por Venezuela, dijo que Mercosur es una gran oportunidad para que las empresas y sectores económicos nacionales miren hacia afuera y aprovechen las oportunidades de negocios. “El hecho de tener esta situación de competencia contra un gigante como Brasil o el mismo Mercosur hace que los empresarios nos pongamos los patines y dejemos las diferencias y que los sectores público y privado trabajemos juntos para ver cómo volvemos a ser competitivos. Tenemos 4 años para eso”, resaltó Vollmer, que aboga por una política cambiaria favorable para el sector exportador. “En la mesa de negociación de cara a Mercosur es fundamental desarrollar una política cambiaria para hacer competitiva las exportaciones”, agregó. El presidente de Conindustria, Carlos Larrazábal, quien también estuvo presente en la cumbre y en la reunión de empresarios de la zona, abogó porque en Venezuela se adopten medidas y políticas que permitan recuperar la competitividad y se tomen en consideración las asimetrías económicas. Alberto Cudemus, presidente de Feporcina y miembro de la Comisión Presidencial del Mercosur, expresó que es tiempo de que se evalúen y reformen las políticas públicas restrictivas como el exceso de permisos y se cambien por incentivos que promuevan la generación y producción de bienes y servicios. “Es tiempo de apoyar el esfuerzo integracionista. Ahora somos todos Mercosur y debemos tener políticas que fomenten las economías de escala y el aumento de la productividad”, indicó. BOD-Corp Banca apoya a exportadores En la cumbre del Mercosur y en la reunión de empresarios del bloque también estuvo presente una representación del grupo financiero BOD-Corp Banca, para apoyar a los emprendedores, pequeños y medianos empresarios y futuros exportadores de bienes y servicios. Marco Camposano, representante del BOD-Corpobanca, manifestó que esta institución financiera apoyará a las empresas que estén dispuestas a exportar y producir para el Mercosur. “Vamos a estar apoyando al sector agrícola del país y a empresarios con planes de financiamiento en el marco de las negociaciones y los acuerdos en el Mercosur”, indicó.

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