miércoles, 21 de enero de 2015

O NOVO PACOTE ECONOMICO DO BRASIL 2015

Pacote do governo determina a volta da cobrança da Cide sobre combustíveis e o aumento da alíquota do IOF para operações de crédito ao consumidor

Laryssa Borges e Marcela Mattos, de Brasília
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e o novo secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, durante entrevista coletiva em Brasília, nesta segunda-feira (19)
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e o novo secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, durante entrevista coletiva em Brasília, nesta segunda-feira (19) (Dida Sampaio/Estadão Conteúdo)
Diante do agravamento do quadro fiscal e do descompasso entre a arrecadação do governo e as despesas públicas, o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, anunciou nesta segunda-feira quatro medidas para turbinar o caixa do Executivo em 20,6 bilhões de reais. O pacote inclui o aumento de impostos: Levy confirmou a já esperada retomada da cobrança da Cide, o imposto sobre combustíveis; a elevação de 9,25% para 11,75% da alíquota do PIS/Cofins para produtos importados; e o aumento da faixa para operações de crédito (IOF) de 1,5% para 3%.

Também foi anunciada a edição de um decreto para equiparar o atacadista ao industrial para a cobrança de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) sobre setor de cosméticos. Segundo o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid, o governo estima impacto de 381 milhões de reais apenas com os impostos incidentes sobre os cosméticos de junho, quando entra em vigor, até dezembro deste ano.
Se não houver mudança no preço dos combustíveis cobrado pela Petrobras das distribuidoras, o aumento será de 22 centavos para o litro da gasolina e de 15 centavos para o litro do óleo diesel a partir de 1º de fevereiro. Levy não quis estimar o impacto nos preços de combustíveis na bomba..
MEDIDAEFEITO PARA O CONSUMIDORARRECADAÇÃO PREVISTA EM 2015
IOF sobe de 1,5% para 3%    Custo do crédito sobe
R$ 7,38 bilhões
Sobem PIS/Cofins e Cide 
Alta de R$ 0,22 na gasolina e R$ 0,15 no diesel
R$ 12,18 bilhões
Alíquota de importação sobe de 9,25% para 11,75%
Alta no preço de produtos importados
R$ 694 milhões
Equipara atacadista a industrial para IPI no setor de cosméticos 
Nenhum, de acordo com o ministro Joquim Levy
R$ 381 milhões
Total:      R$ 20,635        bilhões
“É uma sequência de ações que estão sendo tomadas para reequilibrar a economia e particularmente o ponto fiscal, com o objetivo de aumentar a confiança", disse. Em seguida, o ministro recorreu a uma estratégia discursiva bastante usada por seu antecessor, Guido Mantega, de atribuir a fatores externos as causas dos problemas domésticos. "Isso obviamente responde a um quadro mundial bastante diferente. O mundo mudou, o Brasil está mudando e a gente está tomando as ações passo a passo de forma a alcançarmos, com o menor sacrifício possível, o que é necessário para retomarmos o caminho do crescimento”, disse. 
O pacote foi divulgado às vésperas da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom). O mercado financeiro já prevê alta de 0,5 ponto porcentual na taxa básica de juros na quarta-feira. Os economistas ouvidos pelo Banco Central (BC) para o relatório semanal Focus acreditam que a Selic passará de 11,75% ao ano hoje para 12,25% ao ano.

Arrecadação – Levy afirmou que o governo decidiu adotar uma "medida corretiva": aumento da alíquota do PIS/Cofins sobre a importação, passando de 9,25% para 11,75%, corrigindo o fato de, por decisão judicial, o ICMS de importação ter sido excluído da base de cálculo. Em setembro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) confirmou a decisão de excluir o ICMS da base de cálculo do PIS e da Cofins incidentes na importação e rejeitou pedido da União para que a medida valesse apenas em 2013, quando o caso foi julgado no tribunal. A expectativa do governo é economizar 694 milhões de reais com a elevação alíquota do PIS/Cofins para produtos importados.
Como o reajuste da Cide precisa cumprir noventena, o governo decidiu aumentar o PIS/Cofins para produzir caixa, mas depois pretende reduzi-lo quando a Cide se tornar efetiva. Nas contas do governo, o aumento da gasolina acarretará uma economia de 12,18 bilhões de reais ainda neste ano, com um efeito financeiro de 14 bilhões de reais anuais. Levy minimizou o impacto final ao consumidor: “Deve-se lembrar que no passado a alíquota já foi de 22 centavos, o que seria o equivalente a uma alíquota de 50 centavos. Ela ainda é significativamente menor do que foi principalmente no início da Cide, no começo dos anos 2000”.  
O pacote restabeleceu alíquota do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para 3% – diante do patamar atual de 1,5%. Está mantida a alíquota de 0,38% por operação, definida no passado como uma forma de compensar as perdas impostas pela derrubada da CPMF, o antigo imposto do cheque. O aumento do IOF incidente sobre crédito de pessoa física, cujo novo valor de 3% ao ano valerá já a partir de fevereiro, significa um impacto de 7,38 bilhões de reais ainda neste ano.
Veto – Após anunciar as medidas para salvar as contas públicas, Levy sinalizou que o governo deve vetar a correção da tabela do Imposto de Renda em 6,5%, conforme foi aprovada no Congresso no fim do ano. Durante a campanha à reeleição, a presidente Dilma Rousseff anunciou um reajuste menor. “A proposta do governo era de 4,5%”, pontuou o ministro da Fazenda.
Esforço fiscal - Este ano, o governo se comprometeu a fazer um superávit primário (economia para o pagamento de juros da dívida pública) equivalente a 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) e elevá-lo a 2% nos próximos dois anos. A medida foi tomada após fortes críticas nos últimos anos em relação à deterioração da política fiscal, que incluiu desonerações e manobras contábeis para fechar as contas.
Anteriormente, o governo já havia anunciado outras ações para buscar melhorar as contas públicas no segundo mandato da presidente, entre elas mudanças em benefícios trabalhistas e previdenciários para economizar 18 bilhões de reais por ano e o cancelamento de subsídios ao setor elétrico de 9 bilhões de reais previstos no Orçamento de 2015.
(Com agência Reuters

Impacto do pacote fiscal no bolso dos consumidores

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Feira


O aumento de 9,75% para 11,75% nas alíquotas do PIS/Cofins, imposto sobre produtos importados, eleva os gastos dos produtores rurais com insumos agrícolas - tratores e fertilizantes, por exemplo, vêm de fora do país. Com o encarecimento da produção, os preços de produtos agrícolas vão subir.
Se os impostos sobre os combustíveis (PIS, Cofins e Cide) na refinaria refletir no preço nas bombas — que acontece se a Petrobras não absover parcial ou integralmente os tributos e repassá-los para as distribuidoras —, o aumento do frete decorrente dessa possível elevação no preço do combustível é outro fator de impacto no preço dos produtos agrícolas, que poderá ser sentido entre 60 e 90 dias. 

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MEDIDAS PARA INCREMENTAR  A R$ 30 BILHOES DE DOLARES, 

martes, 13 de enero de 2015

NOVOS MINISTRO DO PRESIDENTE MADURO 2015

Vicepresidente de la República, Jorge Arreaza.

Presidente de Petróleos de Venezuela , Eulogio Del Pino.

Presidente del Banco Agrícola de Venezuela y Órgano para el Financiamiento de la Actividad Agrícola, Yván Gil.

Autoridad de Trámites y Permisología, Dante Rivas.

Vicepresidente para el D. Social y las Misiones, Héctor Rodríguez.

Vicepresidente para Economía y F., Rodolfo Marco Torres.

Vicepresidente del G. para el Desarrollo Territorial, Elías Jaua.

Vicepresidente para la Planificación , Ricardo Menéndez.

Vicepresid. de Seguridad y Soberania Aliment. Yván Gil.

Vicepresidente para la Soberanía Política, Rafael Ramírez.

Ministro para la Agricultura y Tierras, José Luis Berroterán.

M.para la Alimentación, Coronel Iván José Bello.

Ministra para el Comercio, Isabel Delgado.

Ministro para las Comunas y los M. Sociales, Elías Jaua.

Ministra para la Comunicación y la Información, .

Ministro para la Cultura, Reinaldo Iturriza.

Ministra para la Defensa, Padrino Lopez

Ministro del Despacho de la Presidencia y Seguimiento de la Gestión de Gobierno, Carlos Osorio.

Ministro de Economía, Finanzas y Bca. Pública, Rodolfo Marco.

Ministro para la Educación, Héctor Rodríguez.

Ministro para la Educación Universitaria, C. y Tecnología, Manuel Fernández.

Ministro para la Energía Eléctrica, Jesse Chacón.

Ministro de Industrias, José David Cabello.

Ministro para la Juventud y el Deporte, Antonio Álvarez.

Ministra para la Mujer y la Igualdad de Género, Andreína Tarazón.

Ministro de Planificación, Ricardo Menéndez.

Ministro de Petróleo y Minería, Asdrúbal Chávez.

Ministra para los Pueblos Indígenas, Aloha Núñez.

Ministro para el Proceso Social del Trabajo, Jesús Martínez.

M. Relaciones Interiores, Justicia y Paz, Carmen Melendez                                       Ministro para Relaciones Exteriores, ISABEL DELGADO

Ministra para la Salud, Nancy Pérez.

Ministra para el Servicio Penitenciario, Iris Varela.

Ministro para el Turismo, Andrés Izarra.

Ministro para el Transporte Acuático y Aéreo, Mayor Giuseppe Gioffreda.

Ministro para la Transformación de Caracas, Ernesto Villegas.

Ministro para Transporte Terrestre y Obras Públicas, Haiman El Troudi.

Ministro para la Vivienda, Hábitat y Ecosocialismo, Ricardo Molina.

lunes, 5 de enero de 2015

MUDANCAS NO CENCOEX E NA POLITICA COMERCIAL VENEZUELANA E NOVA MINISTRA DAS RELACOES EXTERIORES- DELCY RODRIGUEZ

O PRESIDENTE MADURO DESIGNOU A ROCCO ALBISINNI PARA PRESIDENTE E FANNY MARQUEZ PARA VICEPRESIDENTA  DO CENTRO DE COMERCIO EXTERIOR( CENCOEX) EM SUBSTITUICAO DE ALEXANDRE FLEMING QUEM PRESIDIU DESDE ABRIL PASSADO. POR OUTRO LADO CHAMOU A FORTALECER A CORPORACION VENEZOLANA DE COMERCIO EXTERIOR (CORPOVEX) A QUEM DESIGNOU A GIUSSEPE YOFREDA. MINISTRO PARA O TRANSPORTE AQUATICO E AEREO.
DIVERSAS OUTRAS MEDIDAS FORAM TOMADAS ANTES DA SUA PARTIDA PARA A CHINA E PAISES DA OPEP.
DIAS ANTES RAFAEL RAMIREZ DEIXOU DE DE SER  O CANCILHER VENEZUELANO E FOI DESIGNADO EMBAIXADOR NA ONU E DELCY RODRIGUEZ E A NOVA MRE DA VENEZUELA.
NOVA MINISTRO DE COMERCIO -ISABEL DELGADO

VENEZUELA REIMPULSA PARCERIA COM O BRASIL NO MARCO DA POSSE DA PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF

O PRESIDENTE MADURO ANUNCIOU A DINAMIZACAO DAS RELACOES BILATERAIS TRIMESTRAIS. PRINCIPALMENTE NO AMBITO DOS INVESTIMENTOS E DA COOPERACAO  INDUSTRIAL,TECNOLOGICA,AGRICOLA, AGROALIMENTARIA E FARMACEUTICA. NA REUNIAO SE TRATOU DA BAIXA DO PRECO DO PETROLEO E AS CONSEQUENCIAS PARA AMBOS PAISES. E FUNDAMENTAL MAIS QUE NUNCA DA DIVERSIFICACAO DA ECONOMIA VENEZUELANA. (PRIMEIRO DE JANEIRO 2015)
NO PONTO DE VISTA DA CAMARA, A SEGUNDA FASE DAS RELACOES ESTAO AI ;AS CADEIAS PRODUCTIVAS E COMERCIAIS,  A MAIOR APROXIMACAO DAS EMPRESAS DO NORTE E SUL DA VENEZUELA. OS INVESTIMENTOS DAS EMPRESAS DO MERCOSUL, EM ESPECIAL DO SUDESTE BRASILERO E O POSICIONAMENTO NOS MERCADOS VENEZUELANOS E NORTE DO BRASIL.AS ZONAS ESPECIAIS ECONOMICAS E ARMAZENS ESPECIAIS,ADEMAIS DE FINANCIAMENTOS DO MERCOSUL PARA A VENEZUELA.

lunes, 22 de diciembre de 2014

miércoles, 17 de diciembre de 2014

HOJE QUARTA FEIRA, 17 CIMEIRA DOS PAISES MERCOSUL NO PARANA , ARGENTINA , 17 E 18 DE DEZEMBRO DE 2014

Panará, Argentina.-Os presidentes dos países do Mercosul se reúnem hoje quarta no Paraná na cumbre na qual esperam avancar  na la integracao social e política do bloco e no comercio com mercados asiáticos, sem que se saiba ainda se prosperará un repudio as sancoes do Congresso dos Estados Unidos contra Venezuela.

En la cumbre, encabezada por la presidenta Cristina Fernández, están los mandatarios de todos los países miembros de la unión aduanera (Argentina, Brasil, Paraguay, Uruguay y Venezuela) y de Bolivia, que está en proceso de incorporación plena.

Argentina ejerce la presidencia pro témpore del Mercosur, que traspasará a Brasil durante el encuentro en Paraná, unos 500 kilómetros al noreste de Buenos Aires.

Se espera que los presidentes aprueben una propuesta para la actualización del mecanismo de cooperación consular y la pronta implementación del pasaporte provisional del Mercosur, que sería el primer documento de viaje para toda la región, informó AP.

De esta reunión surgirían además propuestas para agilizar el mercado intrazona y un modelo de desarrollo económico con inclusión social.

Al respecto, el canciller Rafael Ramírez señaló en la víspera a periodistas que la unión aduanera "reconoce las asimetrías'' de los países miembros y la necesidad de complementar las distintas economías.
Durante la cumbre podría aprobarse algún pronunciamiento contra esos fondos especulativos que fueron respaldados por la justicia estadounidense en su reclamo para que Argentina les pague unos 1.500 millones de dólares por bonos en cese de pagos desde la debacle económica de 2001.
En la reunión de la víspera de los cancilleres del bloque se firmó un memorando de entendimiento con Líbano para impulsar el comercio con ese país, que dará lugar más adelante a un tratado más amplio e inclusivo en los campos económico y financiero. Asimismo, está prevista la firma de un acuerdo comercial con Túnez.
El bloque sudamericano también espera avanzar en las negociaciones para, a partir de enero de 2015, aumentar la circulación de bienes y servicios con la Unión Aduanera Euroasiática y el Espacio Económico Unión, integrado por Rusia, Bielorrusia y Kazajstán y que pasará a convertirse en la Unión Económica Euroasiática en esa fecha.
Analistas económicos dijeron que la cumbre no encuentra a la unión aduanera en su momento más sólido.
"El comercio intrazona ha perdido incidencia en forma progresiva en las exportaciones totales del bloque. En el año 2010 las exportaciones a los estados miembros generaban el 16% del total de las ventas externas del Mercosur. Esta cifra se reducirá al 13% al cierre del año 2014'', dijo en un comunicado la consultora abeceb.com.
Según este informe, el Mercosur enfrenta múltiples desafíos ya que "el escenario se altera con el aumento del protagonismo de los países asiáticos, por lo que la estrategia de integración debe contemplar un acercamiento del Mercosur con la Alianza del Pacífico'', integrada por México, Colombia, Chile y Perú, ``la expansión del mercado intrazona y el aumento de la productividad y competitividad''. 

lunes, 1 de diciembre de 2014

QUARTO FORUM DE NEGOCIOS MULTILATERAIS DO MERCOSUL - MANAUS 1 E 2 DE DEZEMBRO 2014

Manaus sediará Fórum de Negócios do Mercosul 1 e 2 de Dezembro


Nos dias 01 e 02 de dezembro, acontecerá em Manaus a  quarta edição do Fórum Multilateral de Negócios do Mercosul, promovido pela Federação de Câmaras de Comércio e Indústria Venezuela-Brasil. O evento vai reunir representantes dos países do bloco econômico e de dez Estados das regiões Norte e Nordeste do Brasil em sete painéis que tratarão de assuntos como economia social, turismo e esportes, ciência, tecnologia e infraestrutura. 
De acordo com o presidente da Federação, José Francisco Marcondes, os Estados do Nordeste, principalmente, não se beneficiaram das possibilidades do Mercosul, nesses 20 anos. “A maior dificuldade é a distância geográfica, mas o ingresso da Venezuela pode ser o principal vetor dessa aproximação”, declarou.  Além dos painéis, a programação do evento também contará com uma rodada de negócios, com participação de cerca de 40 empresários estrangeiros e empresas locais. 
Em uma pesquisa divulgada no começo do ano, mostra que os Estados do Nordeste juntos representam 7,9% em exportações no Brasil, ou seja, estamos falando de uma quantia equivalente a $15.867.653.578. Não foi a toa que Pernambuco foi escolhido como sede para o primeiro evento por seu atual desempenho econômico e o Fórum se estabelecerá como um acontecimento anual, circulando por vários Estados das regiões Norte e Nordeste.
Já quando falamos na quantia que circulou entre Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, apenas no ano de 2010,  estamos falando em um valor de aproximadamente $33.425.055.124. Com todos esses valores e levando em consideração a posição e importância que o Norte e Nordeste representam para o Brasil e para o Mercosul, o principal objetivo do Fórum é promover negócios e atrair compradores vizinhos para produtos e serviços locais, incentivando parcerias e o aporte de investimentos. 


As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site www.forumdenegociosmercosul.com.br

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