miércoles, 24 de abril de 2013

MINISTROS DA VENEZUELA - ÁREA ECONOMICA - PRIMEIRO GABINETE DO GOVERNO DO PRESIDENTE NICOLAS MADURO

MINISTRO DE AGRICULTURA Y TIERRAS- YVAN GIL -FOI DESIGNADO PELO PRESIDENTE DA REPUBLICA, NICOLAS MADURO . ING AGRONOMO  ESTAVA ANTES NA EMPRESA ESTATAL AGROPATRIA, CONHECIDA QUANDO PRIVADA EM AGROISLEÑA.
MINISTRO DE ALIMENTAÇÃO - FELIX OSORIO , VEM DE MERCAL
MINISTRO DAS FINANÇAS - NELSON MERENTES ( ANTES DO BANCO CENTRAL DA VENEZUELA : AGORA FICA EDMEE BETANCOURT PARA O BCV (ANTES EX-MINISTRA DE COMERCIO)
MINISTERIO DE INDUSTRIA-RICARDO MENENDEZ (AGORA RATIFICADO)
MINISTERIO DO COMERCIO- ALEJANDRO FLEMING  ( ANTES MINISTRO DO TURISMO)
MINISTRO PARA LA VIVIENDA Y HABITAT - RICARDO MOLINA( RATIFICADO , ANTES  DO GOVERNO HUGO CHAVES FRIAS)
MINISTRO DA ENERGIA ELETRICA- JESSE CHACON ( JA FOI MINISTRO DE COMUNICAÇAO ,DE INTERIOR E JUSTICA E DE INDUSTRIA.
MINISTRO PARA O PETROLEO E MINERIA- E PRESIDENTE DE PDVSA -RAFAEL RAMIREZ RATIFICADO DO GOVERNO H, CHAVES FRIAS
MINISTRO DE PLANIFICAÇAO-JORGE GIORDANI ( RATIFICADO DO GOVERNO ANTERIOR)


sábado, 20 de abril de 2013

CADIVI ADAPTOU SEU SISTEMA A NCM - NOMENCLATURA COMUM DO MERCOSUL

A COMISSAO DE ADMINISTRACAO DE DIVISAS (CADIVI) INFORMOU QUE SUA PLATAFORMA ESTA SENDO ADAPTADA AO MERCOSUL, EM VIGENCIA DESDE O DIA 5 DE ABRIL DE 2013 . TAMBEM E IMPORTANTE QUE OS CERTIFICADOS DE NAO PRODUCAO NACIONAL ( NAO SIMILAR NACIONAL) ESTEJAM ADEQUADOS A NOVA NOMENCLATURA EXCEPTO OS QUE JA FORAM SOLICITADOS ANTERIORES A DATA DA NOVA RESOLUCAO  PERMANECERAO AINDA VALIDOS PARA OS IMPORTADORES . DE PRINCIPIO , ALGUNS IMPORTADORES TIVERAM DIFICULDADES PARA OBTER A AUTORIZACAO DE ADQUISICAO DE DIVISAS (AAD).

jueves, 28 de marzo de 2013

SICAD -PRIMEIRO LEILAO DE DOLARES 26 DE MARÇO - DISPONIBILIDADE DE 200 MILHOES DE DOLARES

SEGUNDO INFORMAÇOES DA IMPRENSA VENEZUELANA FECHOU O PRIMEIRO LEILÃO DE DOLARES - SISTEMA SICAD - COM A PARTICIPAÇÃO DE 383 EMPRESAS : MAS ATE O PRESENTE MOMENTO NAO SE SABE A QUE PARIDADE ; ALGUNS ANALISTAS ACREDITAM QUE FOI UM PROMEDIO DE 12,5 BS / US$.  ATE O MOMENTO EXISTEM ALGUMAS DIFICULDADES COM ABERTURAS DAS CARTAS DE CREDITOS DO BANCOS COMERCIAIS QUE PRECISAM TER POSICOES INTERNACIONAIS. NOVAS MEDIDAS DEVERAO  SAIR PARA COMPLEMENTAR PROCEDIMENTOS MAIS CONCRETOS.
SE SABE QUE O MINIMO DE DEMANDA SERIA DE 30.000 DOLARES E MAXIMO DE 2 MILHOES POR EMPRESA.
AGORA O PROCESSO E DIFERENTE AO SITME : O BCV SO AUTORIZA AO IMPORTADOR PARA BENEFICIAR DIRETAMENTE O FORNECEDOR. OU SEJA A COMPRA DOS DOLARES NAO PODERA IR A CONTAS QUE NAO SEJAM DO PROPIO VENDEDOR.

sábado, 9 de marzo de 2013

BRASIL INVERTIRA DE 2013 A 2016 4 TRILLONES DE DOLARES BRASILEÑOS ( O 4 BILLONES VENEZOLANOS)


Os cerca de $4 trilhões de investimentos que devem ser realizai dos no País no quadriênio  2013/2016 éamaior cifra identificada pela pesquisa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), realizada desde 2006. 0 mapeamento divulgado ontem pelo BNDES foi antecipado pela edição do Estado no dia 17 do mês passado.
Fernando Puga, economista-chefe do banco e superintendente da área de pesquisa, afirma que a pesquisa mostra "um primeiro sinal" de retomada do investimento. Junto com a indústria e a agropecuária, o investimento foi vilão do fraco desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012.
Apesar de o valor monetário do investimento previsto entre 2013 e 2016 ser recorde, a taxa de crescimento em relação ao levantamento anterior não é a maior  já registrada. Entre a pesquisa do  quadriênio 2008/2011 e o quadriênio 2013/2016, o investimento deve crescer 29%. "Em 2007 e em 2008, antes da crise, a taxa era maior e os investimentos cresciam em todos os segmentos", observa Puga.
Hoje, no entanto, essa tendência não é uniforme. Prova disso que, dos 21 segmentos pesquisados, três devem ter retração no investimento no período de quatro anos. São eles indústria extrativa mineral, indústria sucroalcooleira e siderurgia.
Apesquisa do BNDES considera investimentos nacionais, estrangeiros e de várias fontes de financiamento. Os dados são levantados não só nos planos estratégicos das empresas, mas também consideram as análises de mercado, não apenas as informações dos bancos. O ano de 2012 foi expurgado do levantamento para não misturar o investimento projetado com projetado, explica o economista.
Destaque. O grande destaque entre os setores em termos de taxa de crescimento do investimento é o de infraestrutura. De acordo com o estudo, serão aplicados até 2016 R$ 489 bilhões em energia elétrica, telecomunicações, saneamento, transporte rodoviário, ferroviário, portos e aeroportos. Esse montante é 36,2% maior em relação ao quadriênio anterior (2008/2011). A fatia da indústria no total investido é maior, passa de R$ 1 trilhão até 2016, mas a taxa de crescimento é menor (22%) comparada à da infraestrutura.
Paulo Godoy, presidente da Associação Brasileira da Infra-estruturae Indústrias de Base (Abdib), observa que o resultado da pesquisa do BNDES é coerente com as projeções feita pela sua entidade. Considerando os mesmo segmentos da pesquisa do banco como sendo de infraestrutura, isto é, expurgando petróleo egás, a Abdib projeta que o investimento anual desses setores, que somou R$ 103 bilhões no ano passado, atinja a cifra anual de R$ 165 bilhões em 2016.
Só aparte de transporte e logística, deve saltar de uma base anual de R$ 31 bilhões para R$ 65 bilhões. "O resultado é animador", diz Godoy. Mas ele pondera, no entanto, que faltam estruturas regulatórias que permitam amodelagens desses projetos para atrair especialmente o capital estrangeiro.
Logística. Eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas, por exemplo, já desencadearam investimentos de empresas ligadas ao setor de logística. A Atlas Transportes 8c Logística acaba de investir R$18 milhões na compra de 40 caminhões e 180 carretas. Segundo o diretor de planejamento e marketing da empresa, • Lauro Felipe Megale, o investimento é "um pouco maior" comparado ao dos últimos anos. E um dos fatores é que esses eventos vão movimentar a economia.

sábado, 9 de febrero de 2013

O EIXO SUL DA VENEZUELA E O NORTE DO BRASIL - O EIXO ORINOCO AMAZONAS


Brasil y Venezuela estudiarán zona fronteriza de "integración"
Brasil y Venezuela estudiarán zona fronteriza de "integración"
Buscan acercar el norte de Brasil a Venezuela (Créditos: Google)
05:35 p.m. | AFP.- Brasil y Venezuela estudian el establecimiento de una zona de "integración" e "intercambio comercial" entre el norte y el sur de ambos países.

Así fue anunciado este sábado en Caracas por los cancilleres de Brasil, Antonio Patriota, y Venezuela, Elías Jaua.

Patriota y Jaua acordaron una reunión para finales de marzo "para ir dándole cuerpo a una idea (...) de zona (de intercambio comercial) por el norte, especialmente Manaos (norte de Brasil) y la región de Guayana (sur de Venezuela)", explicó Jaua en rueda de prensa.

Según Jaua, se trata de "un viejo sueño" del presidente venezolano, Hugo Chávez, del ex presidente de Brasil Luiz Inácio Lula da Silva y la actual presidenta de ese país, Dilma Rousseff.

"Venezuela está a más corta distancia del norte de Brasil, que los grandes polos industriales" del sur brasileño o de Sao Paulo, agregó Jaua, que aseguró su país podría cubrir algunas necesidades del norte brasileño en materia de combustibles, alimentos y la industria petroquímica, entre otros.

"La idea es acercar el norte de Brasil a Venezuela", informó por su parte el canciller brasileño, que detalló que la reunión de marzo, entre ministros y representantes del sector privado servirá para encontrar maneras de estimular el intercambio comercial en el ámbito energético, agrícola, científico y tecnológico, y la cooperación en el ámbito del transporte y académico.

Patriota, que transmitió su deseo de que Chávez -hospitalizado desde hace dos meses en Cuba tras ser operado contra un cáncer- "se reestablezca lo más pronto posible", recordó que el comercio bilateral entre Brasil y Venezuela es "de los más dinámicos".
Brasil es uno de los principales socios comerciales de Venezuela y en 2012 le significó un superávit comercial de 5.056 millones de dólares, gracias a exportaciones sobre todo en el sector agroalimentario.

Ambos cancilleres revisaron también el proceso de adecuación de Venezuela a la nomenclatura, los aranceles y la reglamentación del Mercosur, bloque integrado por Brasil, Argentina, Uruguay y el temporalmente suspendido Paraguay, al cual Venezuela se integró formalmente el pasado mes de julio.

"Hoy día Venezuela como un miembro pleno del Mercosur se ha acercado aún más a Brasil", aseguró Patriota, quien dijo tener "plena confianza" cumplirá todos los plazos de adecuación al bloque.

domingo, 20 de enero de 2013

LA IMPORTANCIA DE LAS TRADING COMPANIES EN BRASIL - PARTICIPAN EN 10 % DE LAS EXPORTACIONES BRASILERAS


Exportação de trading companies crescem 107,8%

18/01/2013
Brasília (18 de janeiro) – Desde 2006, quando passaram a ser computados os dados de comércio exterior das empresas comerciais exportadoras, também conhecidas como trading companies, as exportações dessas companhias aumentaram 107,8% (de US$ 12,018 bilhões em 2006 para US$ 24,968 bilhões em 2012). No mesmo período, as exportações brasileiras globais aumentaram 76% e a participação das trading companies no total de vendas brasileiras ao exterior passou de 8,7% para 10,3%.
No mesmo período comparativo, as importações realizadas pelo segmento aumentaram 147,2%, (de US$ 1,999 bilhão para US$ 4,942 bilhões), com participação de 2,2% no total de compras externas realizadas pelo Brasil. Em 2012, o saldo da balança comercial das empresas comerciais exportadoras totalizou US$ 20,026 bilhões, o dobro do volume registrado em 2006, que foi de US$ 10,019 bilhões. A corrente de comércio do segmento passou de US$ 14,017 bilhões em 2006 para US$ 29,910 bilhões em 2012, o que representa uma expansão de 113,4%.
Exportações
Em 2012, as exportações das trading companies foram, principalmente, de produtos básicos, que representaram 85% do valor exportado por essa categoria de empresas. No conjunto dos industrializados, os bens manufaturados representaram 10,3% da pauta e os semimanufaturados, 4,7%. Entre os produtos básicos, os principais itens foram os seguintes: minério de ferro (US$ 14,192 bilhões, participação de 56,8% do total exportado); soja em grão (US$ 2,826 bilhões, 11,3%); carne de frango (US$ 1,520 bilhão, 6,1%); milho em grão (US$ 1,167 bilhão, 4,7%); e farelo de soja (US$ 632,7 milhões, 2,5%).
Na pauta de produtos industrializados, destacaram-se as vendas de açúcar em bruto (US$ 726,9 milhões, 2,9%); suco de laranja (US$ 713,2 milhões, 2,9%); açúcar refinado (US$ 243,5 milhões, 1%);  ouro semimanufaturado (US$ 222,9 milhões, 0,9%), e preparações e conservas de carne de peru (US$ 212,5 milhões, 0,9%). Em 2012, a participação das trading companies no total exportado pelo país foi expressiva nas vendas de suco de laranja congelado (51,2%), minério de ferro (45,8%), café solúvel (29,6%), carne de frango (22,6%), e milho em grão (22,1%). A China foi o principal destino, em 2012, das vendas externas das comerciais exportadoras, com exportações de US$ 8,493 bilhões (34% do total exportado pelo segmento). Na sequência, estão o Japão (US$ 2,125 bilhões,  8,5%);  a Coreia do Sul (US$ 1,412 bilhão, 5,7%), os Países Baixos (US$ 1,328 bilhão, 5,3%), a Itália (US$ 899,3 milhões, 3,6%),  e a Alemanha (US$ 843,1 milhões, 3,4%).
Entre os estados brasileiros, o Pará liderou as exportações das trading companies, no acumulado de janeiro a  dezembro de 2012, totalizando US$ 8,810 bilhões, o que representou 35,3% do total exportado. Destacaram-se também, entre as principais origens das exportações do período, o Espírito Santo (vendas de US$ 3,125 bilhões, participação de 12,5%), Minas Gerais (US$ 2,999 bilhões, 12%); Mato Grosso (US$ 2,301 bilhões, 9,2%); e o Paraná (US$ 2,074 bilhões, 8,3%).  
Importações
As compras externas brasileiras efetuadas por trading companies caracterizam-se, em sua maioria, por bens industrializados. Do total das compras, no ano passado, os odutos industrializados representaram 95,7% (90,6% de manufaturados e 5,1% de semimanufaturados). Destacam-se, entre os produtos importados nos doze meses de 2012: automóveis de passageiros (US$ 1,655 bilhão, participação de 33,5% do total); máquinas automáticas para processamento de dados (US$ 282,8 milhões, 5,7%); máquinas e aparelhos de terraplanagem (US$ 266,7 milhões, 5,4%); aparelhos transmissores e receptores de telefonia celular (US$ 151,8 milhões, 3,1%); e pneumáticos (US$ 135,3 milhões, 2,7%).
O mercado argentino foi o principal fornecedor das empresas comerciais exportadoras no ano passado, somando US$ 1,041 bilhão, equivalente a 21,1% das compras totais do segmento. Na segunda posição está a China (US$ 969 milhões, participação de 19,6%), seguida pelos Estados Unidos (US$ 628,5 milhões, 12,7%), pelo México (US$ 331,5 milhões, 6,7%), pelo Reino Unido (US$ 233,8 milhões, 4,7%), e pela  Alemanha (US$ 186,4 milhões, 3,8%).
Entre os estados brasileiros, as importações por meio das trading companies foram lideradas pelo Espírito Santo, cujas aquisições atingiram US$ 1,693 bilhão, o que representa 34,3% do total. Em seguida ficaram o Rio Grande do Sul (US$ 1,141 bilhão, participação de 23,1%), São Paulo (US$ 533,8 milhões, 10,8%), Santa Catarina (US$ 459,1 milhões, 9,3%), e Paraná (US$ 276 milhões, 5,6%).


Importações

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