lunes, 24 de agosto de 2015

IMPACTO DA ENTRADA DA BOLIVIA NO MERCOSUL

Qual o impacto da entrada da Bolívia no Mercosul?

Enviado por  em 31/07/2015 – 17:39Comente | 100 views
Por Mariana Schreiber
Nesta sexta-feira, durante a Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, em Brasília, os presidentes dos cinco países assinaram o protocolo de adesão do novo membro, que para ter validade terá ainda que ser aprovado pelos Congressos brasileiro e paraguaio – os parlamentos de Argentina, Uruguai e Venezuela já ratificaram o ingresso da Bolívia no bloco.
A nova ampliação divide a opinião de estudiosos das relações internacionais.
De um lado, analistas mais liberais dizem que o Mercosul atrapalha a abertura comercial do Brasil para outros mercados e que, por isso, o país deveria privilegiar a construção de outros acordos bilaterais.
Pesquisadores com uma visão mais desenvolvimentista, por outro lado, consideram que a entrada da Bolívia é importante para dar novo fôlego ao bloco e à integração regional.
“As negociações comerciais do Mercosul com outros blocos e outros países exige consenso entre os membros. Com mais um integrante, isso fica ainda mais difícil. Foi uma decisão política. Assim como na entrada da Venezuela, o governo não consultou o setor privado”, reclama José Augusto de Castro, presidente da AEB (Associação de Comércio Exterior do Brasil).
Castro cita que as difíceis negociações para um acordo de comércio com a União Europeia, que se arrastam há mais de dez anos, poderiam ser prejudicadas com a entrada da Bolívia.
Ganhos possíveis
Por outro lado, Igor Fuser, professor de Relações Internacionais da UFABC e defensor do Mercosul, avalia que a entrada da Bolívia será proveitosa para a indústria brasileira. Ele diz que a redução dos impostos de importação permitirá que o produto brasileiro concorra em melhores condições com os chineses, que vêm ganhando espaço no mercado boliviano.
Ele nota que a economia boliviana está em expansão, embora ainda seja pequena. “Desde que Evo Morales assumiu, o PIB dobrou e o consumo cresceu. E a integração tende a abrir mercado para empresas brasileiras na Bolívia, aproveitando mão de obra e energia mais baratas”, afirma.
Os presidentes Evo Morales (Bolívia, à esq.) e Nicolás Maduro (Venezuela, à dir.) conversam durante cúpula de chefes de Estado do Mercosul nesta sexta, em Brasília.
Fuser aponta possíveis vantagens na entrada da Bolívia mas, em geral, identifica um momento difícil para o Mercosul. Para ele, em todos os países há grupos econômicos que tentam derrubar a união aduaneira (unificação das taxas de importação e exportação) e incentivar acordos bilaterais.
“Os setores empresariais hegemônicos, em cada um dos países do bloco, são contrários à existência do Mercosul como é hoje. Na primeira fase do Mercosul esses setores ganharam muito dinheiro como a integração comercial, mas hoje não estão mais interessados. Possuem opção clara pela associação com grupos transnacionais, especialmente dos Estados Unidos e Europa.”
Integração em energia
O embaixador José Botafogo Gonçalves, vice-presidente emérito do Cebri (Centro Brasileiro de Relações Internacionais), disse que a entrada da Bolívia deverá permitir a ampliação da integração energética do bloco.
“Sob os ângulos geográfico e econômico, a entrada da Bolívia faz muito sentido. O tema energético pode desempenhar um papel agregador. E produção de energia é um fator ainda pouco explorado no Mercosul.”
Botafogo Gonçalves menciona que Brasil e Argentina já são os principais parceiros comerciais do novo integrante, principalmente por causa da compra de gás boliviano. Atualmente, o governo brasileiro negocia com o presidente Evo Morales a construção de hidrelétricas em território boliviano para abastecer os dois países.
O embaixador considera que Morales, a despeito da retórica anticapitalista, na prática tem seguido uma política macroeconômica ortodoxa, com manutenção da inflação em patamares baixos e controle dos gastos públicos. “Hoje é um modelo para o FMI (Fundo Monetário Internacional).”
Acordos comerciais
A Bolívia poderá escolher não participar de um eventual acordo com a União Europeia. No caso da Venezuela, como as negociações começaram antes da entrada do país do bloco, o governo venezuelano optou por não participar, e o mesmo será permitido à Bolívia.
Encontro em Brasília discutiu detalhes da proposta de acordo comercial com a União Europeia, que deverá ser apresentada até o final do ano.
Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai também aproveitaram a cúpula para discutir detalhes da proposta de acordo com a União Europeia a ser apresentada no fim do ano. Espera-se que, após a conclusão desse acordo, o bloco possa flexibilizar suas regras, permitindo outras negociações bilaterais.
Para Carlos Langoni, ex-presidente do Banco Central e atual diretor do Centro de Economia Mundial da Fundação Getúlio Vargas, o Brasil deveria intensificar sua abertura comercial.
“Entendo que o novo ciclo de crescimento da economia brasileira passa por um processo muito mais amplo de abertura comercial e investimentos, e não podemos ser pautados pelo protecionismo de países do Mercosul. Há até uma postura contrária ao capital estrangeiro, que é o oposto daquilo que o Brasil precisa”, critica.
Para o embaixador Gonçalves, isso depende apenas da vontade política do Brasil. Segundo ele, desde o governo Lula o país não fechou nenhum acordo comercial relevante por opção política, numa decisão de privilegiar discussões no âmbito da OMC (Organização Mundial do Comércio).
Na sua percepção, o governo Dilma vem adotando uma atitude de maior abertura em negociações, como nas conversas com o México, nos avanços com a União Europeia e na recente visita da presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos.
“Essa história de que o Mercosul impediu o Brasil de fazer acordos é conversa fiada. Não negociou porque não quis. Não conheço nenhuma Sociedade Anônima em que o sócio majoritário não faz o programa que ele quer por causa dos minoritários”, comparou.
“É sabido que Paraguai e Uruguai sempre quiseram fazer acordos com os Estados Unidos e outros, e quem não deixou foi o Brasil e Argentina”. Ref FEDERASUR , BBC Brasil
Fonte: BBC Brasil – 17/07/2015

jueves, 20 de agosto de 2015

ENCONTRO NACIONAL DO COMERCIO EXTERIOR - ENAEX - RIO DE JANEIRO 19 Y 20 DE AGOSTO

Monteiro: Queremos inserir o Brasil na rede internacional de acordos comerciais e de investimentos

19/08/2015
Monteiro: Queremos inserir o Brasil na rede internacional de acordos comerciais e de investimentos
Rio de Janeiro  (19 de agosto) - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, participou hoje do Encontro Nacional do Comércio Exterior (Enaex), no Rio de Janeiro. Em seu discurso de abertura, Monteiro destacou as premissas do Plano Nacional de Exportações (PNE), lançado em junho pelo governo federal.
"Dois importantes pilares do plano são o de acesso a mercados e também o de promoção comercial", disse ressaltando a elaboração, em conjunto com a Apex-Brasil, de um mapa estratégico que identifica os 32 mercados prioritários para o comércio exterior brasileiro no período 2015-2018.
Veja a apresentação do ministro Armando Monteirona abertura do Enaex

No encontro, o ministro também falou sobre as relações comerciais com o Mercosul. “Trabalhamos muito bem com os parceiros do Mercosul”, disse o ministro destacando que o MDIC trabalha com o marco regulatório existente e “que quaisquer alterações no Bloco devem ser ponto de discussão no Congresso Nacional”. Monteiro reiterou que desde que assumiu a pasta, percebeu que há uma ampla possibilidade de atuação sem que o Mercosul represente uma trava  para as negociações brasileiras.
 
Monteiro acredita que também é importante aumentar a atuação do Brasil na América do Norte. “Com os Estados Unidos, que é um dos mais importantes mercados do mundo, o Brasil vem negociando acordos de convergência regulatória e harmonização de normas.”
 
Em relação ao México, o ministro citou a ampliação do Acordo de Complementação Econômica (ACE) nº 53. "Estamos trabalhando para a liberação integral do comércio, com a segunda maior economia da América Latina". Ele explicou que o acordo, inicialmente, deverá cobrir uma gama de quatro mil itens. Após o início da retomada das negociações, segundo o ministro, as exportações brasileiras de automóveis para o México já aumentaram 70%.
 
Armando ainda citou as negociações com países da Baía do Pacífico - Peru,  Colômbia e Chile -, com os quais o Brasil tem negociado a antecipação da desgravação tarifária, que culminará no livre comércio, de 2019 para 2017. "São  mercados muito relevantes. O Brasil já teve 20% do mercado de automóveis da Colômbia e perdeu participação. Precisamos nos voltar para esses mercados". Essas negociações são feitas no âmbito do Mercosul, ressaltou o ministro. 
 
Desde o início do ano, o Brasil já assinou quatro Acordos de Cooperação e Facilitação de Investimentos com Moçambique, Angola, Maláui e México. "Os acordos vão garantir um marco regulatório mais seguro para as empresas brasileiras que atuam nesses países", disse.
 
Apoio e fomento às exportações
O ministro também destacou a importância dos instrumentos de apoio e fomento às exportações como o Reintegra,  que precisa ter os pagamentos regularizados, e o Proex Equalização, cujas operações já foram retomadas pelo Banco do Brasil e pelo Comitê de Financiamento e Garantia das Exportações (Cofig). "O Proex é um instrumento importantíssimo para os exportadores. Para este ano nós acreditamos que  o orçamento estará adequado à demanda", disse. Monteiro ressaltou o aumento dos limites do Fundo de Garantia à Exportação (FGE),  ampliando a cobertura do fundo.
 
Sobre os regimes tributários drawback e de Entreposto Industrial sob Controle Aduaneiro Informatizado (Recof), Monteiro reiterou que são muito importantes precisam ser aperfeiçoados.
 
O governador do Rio de Janeiro, Luiz Fernando Pezāo, ressaltou que com o PNE as exportações ganham papel importante nas unidades da federação. "No Rio de Janeiro, às exportações vem crescendo desde 2004. O estado era o quinto exportador em 2004 e hoje é o terceiro. Nossa intenção é  manter este ambiente e incentivar ainda mais as exportações", disse.
 
O ministro da Fazenda, Joaquim Levy, fez um pronunciamento após a cerimonia de abertura do evento. Para ele, o momento pelo qual o país passa é ideal para olhar os itens estruturais e fundamentais. "Temos uma política monetária e cambial realistas, condizente com uma economia de livre iniciativa", disse. "Percebemos que a conta corrente começa a se equilibrar e já registramos superávit na balança comercial".
 
Levy também destacou a importância da parceria com o MDIC. "Trabalhamos no aperfeiçoamento do Proex, que nunca teve bases tão sólidas como agora, é também na ampliação da alavancagem o do FGE,  melhorando as ferramentas de apoio ao exportador", completou.

Também estiveram presentes no primeiro dia do Enaex o vice-governador do Rio de Janeiro, Francisco Dornelles; o ministro-chefe da Secretaria Especial de Portos, Edinho Araújo; o presidente da Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), David Barioni; o presidente da Associação Brasileira de Comércio Exterior (AEB), José Augusto de Castro; o presidente da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Eduardo Eugênio Gouveia Vieira; além de Benedicto Fonseca Moreira e Ernane Galvêas, a quem o ministro Armando Monteiro chamou de "a boa guarda do comércio exterior", pelos longos anos de atuação no setor. 
 
Enaex 2015
O Encontro Nacional de Comércio Exterior (Enaex 2015) é realizado pela Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB) e acontece nos dias 19 e 20 de agosto, no Rio de Janeiro. A 34ª edição do Encontro tem como tema central “AEB 45 anos em prol da competitividade no comércio exterior”.
Para mais informações, acesse o site www.enaex.com.br

martes, 28 de julio de 2015

EXPO BOLIVAR 2015 VAI REUNIR EXPOSITORES DE TODO O ESTADO BOLIVAR

Expo Bolívar 2015 reunirá 380 expositores para el impulso productivo
Se se realizará desde este miércoles 29 de julio al 1° de agosto en el estado Bolívar
ALGUNS EMPRESARIOS DE RORAIMA VIRAO SEGUNDO INFORMACOES DO BRASIL
Expo Internacional Bolívar Potencia se firmarán acuerdos productivos
Expo Internacional Bolívar Potencia se firmarán acuerdos productivos (Créditos: Sibci)
12:07 p.m. | Crisbel Villarroel.- La Expo Internacional Bolívar Potencia, que se realizará desde este miércoles 29 de julio al 1° de agosto en el estado Bolívar, reunirá a 380 expositores del sector público y privado a fin de fortalecer el área productiva de Venezuela, informó el gobernador de la entidad, Francisco Rangel Gómez.

Durante la Expo Internacional Bolívar Potencia se firmarán acuerdos productivos, se realizarán ruedas de negocios y serán otorgados créditos agrícolas. Además, será inaugurado un hotel para fortalecer el turismo.

Rangel Gómez, destacó que en el evento participarán representantes del área de la construcción, metalmecánica y agroproductiva.

"Va a estar la banca completa, pública y privada, para asegurar los financiamientos para los proyectos (...) esa participación y ese enlace del sector público y sector privado, de cómo nos estamos dando la mano. Hay que ver la cantidad de iniciativas que se van a mostrar allí", expresó el mandatario regional en una entrevista por el canal Venevisión.

En todo el país se realizan estas exposiciones para mostrar las potencialidades de cada entidad. La última de ellas fue la Expo Anzoátegui Potencia Productiva 2015, en la que se registraron 338 empresas oferentes y 15 demandantes, y se abrieron oportunidades de transacciones por 117.274 millones de bolívares, a través de cada uno de los acuerdos suscritos.


Leer más en: http://www.elmundo.com.ve/noticias/economia/politica/expo-bolivar-2015-reunira-380-expositores-para-el.aspx#ixzz3hDlytDWt

jueves, 23 de julio de 2015

TENDENCIAS DE CRECIMIENTO DE COMERCIO E CADEIAS PRODUCTIVAS COM O PERU

Brasil e Peru vão negociar acordos de investimentos, serviços, compras governamentais e facilitação de comércio

21/07/2015
Brasil e Peru vão negociar acordos de investimentos, serviços, compras governamentais e facilitação de comércio
Lima (21 de julho) - O ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, afirmou hoje que o governo brasileiro tem o firme objetivo de ampliar a relação comercial com o Peru. Monteiro e a ministra de Comércio Exterior e Turismo do Peru, Magali Silva, se reuniram em Lima e decidiram negociar acordos de serviços, compras governamentais, investimentos, facilitação de comércio e promover a aceleração dos cronogramas de desgravação tarifária no âmbito do Acordo de Complementação Econômica (ACE-58). Os dois países terão uma intensa agenda de reuniões nos próximos meses para alcançar resultados no curto prazo.
“As empresas peruanas já têm franco acesso ao mercado brasileiro. Podemos avançar muito na integração produtiva, já que há caráter complementar das nossas economias. Podemos estabelecer cadeias produtivas em vários segmentos e os governos têm que atuar para que os setores privados dos dois países possam identificar oportunidades de integração. O Peru pode ser grande provedor de bens da Amazônia Brasileira, já que a infraestrutura de rodovias permite que o país seja base de fornecimento de suprimentos”, afirmou Monteiro.

Monteiro e Magali Silva também reiteraram o compromisso de evitar a aplicação de medidas tarifárias restritivas ao comércio. Segundo o ministro, vários acordos em negociação deverão ser celebrados ainda neste ano durante a visita da presidenta Dilma Rousseff ao Peru. 

Magali Silva destacou o grande crescimento, em 2014, das vendas de produtos ao Brasil. “Há grandes possibilidades em produtos agrícolas, têxteis, artesanatos. Os serviços são uma aposta do governo peruano - software, call center, consultoria, engenharia e construção. Esses setores vem crescendo muito”. A ministra citou ainda o Peru Tech Brasil, um consórcio de pequenas e médias empresas peruanas de exportação de serviços em São Paulo, que poderá ser plataforma de exportação para toda a América Latina. 

Em comunicado conjunto, os ministros sinalizaram que, “diante dos avanços no diálogo Brasil-Peru, será implementada uma agenda renovada e ampliada para a relação econômica e comercial bilateral (...) e concordaram em promover novos espaços de encontros comerciais entre micro, pequenas e médias empresas dos dois países para potencializar as oportunidades de negócios”.

As relações econômicas e comerciais entre Brasil e Peru têm um amplo espaço para crescer. No ano de 2014, o comércio bilateral foi de US$ 3,5 bilhões, sendo que o Brasil se posicionou como terceiro parceiro comercial do Peru. 

As exportações do Brasil para o Peru alcançaram US$ 1,818 bilhão em 2014, enquanto as importações chegaram a US$ 1,714 bilhão, gerando um superávit US$ 104 milhões para o Brasil. A pauta é composta majoritariamente por produtos manufaturados, que representam 92% do total exportado. Os produtos básicos representam 7% e os semimanufaturados, 0,9%.

BRASIL E COLOMBIA REDIMENSIONAM O COMERCIO BILATERAL NO ANO 2015

Brasil e Colômbia vão redimensionar comércio bilateral

22/07/2015  TENDENCIAS DE CRECIMIENTO
Brasil e Colômbia vão redimensionar comércio bilateral
Bogotá (22 de julho) – Brasil e Colômbia concordaram em redimensionar as relações comerciais entre os dois países. A decisão é fruto do encontro, ocorrido hoje em Bogotá, entre o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Armando Monteiro, e a ministra colombiana de Comércio, Indústria e Turismo, Cecilia Álvarez-Correa. Os dois titulares definiram que será estabelecida nova moldura comercial, mais ampla, que incluirá acordos em temas tarifários e não tarifários.

As equipes técnicas dos dois países trabalharão, nas duas próximas semanas, para avançar no detalhamento desta nova moldura, visando o anúncio dos acordos durante a visita da ministra colombiana, Cecilia Álvarez-Correa, ao Brasil, prevista para acontecer no início do mês de agosto. 

Intercâmbio
Em 2014, a corrente de comércio entre Brasil e Colômbia somou US$ 4,1 bilhões. As exportações brasileiras foram de US$ 2,384 bilhões, enquanto as importações de produtos colombianos chegaram a US$ 1,716 bilhão, o que resultou em um superávit de US$ 669 milhões. Os produtos brasileiros exportados para a Colômbia são majoritariamente manufaturados (92,6%). 
Anotacoes CAVENBRA: O comercio bilateral  Venezuela Brasil fechou no mesmo periodo en 5,8 mil milhoes de dolares, com exportacoes de 4,6 e importacoes de 1,1 bilhao. A diferenca e que as exportacoes para a Colombia sao mais manufaturados (92%) y para Venezuela alimentos (60%.)

lunes, 20 de julio de 2015

miércoles, 15 de julio de 2015

BOLIVIA NOVO MEMBRO PLENO DO MERCOSUL E PARAGUAY PRESIDENTE PROTEMPORE

Presidentes do Mercosul assistirao a  Cumbre em Brasilia - 17 de JULHO DE 2015

A la cumbre han sido invitados los presidentes de Chile, Perú, Ecuador, Bolivia, Colombia, Surinam y Guyana. (Foto AP)
EFE
Los presidentes de Argentina, Paraguay, Uruguay y Venezuela han confirmado su asistencia a la XLVIII Cumbre del Mercosur, que los próximos jueves y viernes tendrá como anfitriona a la mandataria de Brasil, Dilma Rousseff, informaron este lunes fuentes oficiales.
A la cumbre, que se celebrará en Brasilia, también han sido invitados los presidentes de Chile, Perú, Ecuador, Bolivia, Colombia, Surinam y Guyana, cuyos países tienen el estatus de Estados asociados al bloque.
Sin embargo, hasta ahora no hay una confirmación plena sobre la presencia de esos siete mandatarios, explicó en una rueda de prensa el embajador Antonio Simoes, subsecretario general para Suramérica del Ministerio de Relaciones Exteriores brasileño.
No obstante, el diplomático dijo que hay una "fuerte indicación" de que al menos asistirán los presidentes de Bolivia, Evo Morales, cuyo país está en proceso de adhesión al bloque, y de Guyana, David Granger.
La primera de las actividades organizadas en el marco de la Cumbre será una reunión del llamado Mercosur Social, que agrupa a organizaciones de la sociedad civil de los cinco países del bloque.
Los debates de los miembros del Mercosur Social tendrán lugar el miércoles y el jueves y abarcarán iniciativas para darle un mayor protagonismo a los movimientos sociales en las decisiones del bloque o discusiones sobre el papel de la prensa "alternativa".
También el jueves se celebrará la Reunión Ordinaria del Consejo del Mercado Común (CMC), que integran los ministros de Relaciones Exteriores de los cinco países del bloque, a la que luego se unirán los cancilleres de los siete Estados asociados.
Según Simoes, en el encuentro del CMC se analizarán algunos asuntos relacionados con el proceso de adhesión de Bolivia como socio pleno del bloque, que ya ha sido aprobado por los parlamentos de Argentina, Uruguay yVenezuela.
El viernes, los mandatarios de Argentina, Brasil, Paraguay, Uruguay y Venezuela sostendrán una primera reunión privada, a la que se unirán para una segunda sesión los líderes y representantes de Chile, Perú, Ecuador, Bolivia, Colombia, Surinam y Guyana.
Según Simoes, el programa oficial de la Cumbre de Brasilia prevé que la cita concluirá con un almuerzo ofrecido por Rousseff a los presidentes y sus delegaciones, que al igual que la propia cumbre se celebrará en la sede del Ministerio de Exteriores.

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