viernes, 14 de octubre de 2016

VENEZUELA EXPORTA PARA BRASIL 331 MILLONES DE DOLARES HASTA SEPTIEMBRE DE 2016

NAFTAS PARA PETROQUIMICA          160.099.778
UREIA COM TEOR DE NITROGENIO>45% EM PESO            52.737.345
METANOL (ALCOOL METILICO)            39.990.237
ENERGIA ELETRICA            32.068.288
HULHA BETUMINOSA,NAO AGLOMERADA            16.610.469
FIOS DE ALUMINIO N/LIG.SEC.TRANSV>7MM,RE<=0.0283OHM.MM2              5.947.680
COQUE DE PETROLEO NAO CALCINADO              4.172.011
OUTROS NEGROS DE CARBONO              3.255.767
ETILENOGLICOL (ETANODIOL)              2.742.676
OUTRAS SULFONAMIDAS              2.222.193
CIMENTOS "PORTLAND",COMUNS              1.890.210
OUTRAS RODAS,SUAS PARTES E ACESS.P/VEICULOS AUTOMOVEIS              1.589.003
LIGAS DE ALUMINIO EM FORMA BRUTA              1.485.004
ALUMINIO NAO LIGADO EM FORMA BRUTA              1.277.066
OLEOS LUBRIFICANTES SEM ADITIVOS                 871.655
2,2'-OXIDIETANOL (DIETILENOGLICOL)                 812.541
OUTROS GASES LIQUEFEITOS DE HIDROCARBONETOS GASOSOS                 524.640

lunes, 12 de septiembre de 2016

CONVOCATORIAS A EMPRESARIOS DO SUL DO BRASIL COMERCIANTES, INDUSTRIAIS E INVERSIONISTAS PARA POSICIONAR-SE NO NORTE DO BRASIL E SUL DA VENEZUELA

AS POSSIBILIDADES DE EXPORTACAO E IMPORTACAO DO SUL DA VENEZUELA E NORTE DE BRASIL SAO IMENSAS.PELOS CORREDORES  E  FLUXOS COMERCIAIS DO EIXO NORTE DO BRASIL SUL DA VENEZUELA E CARIBE.
E O MOMENTO DE ESTABELECER ARMAZENS IN BOND , COOPERATIVAS DE TRANSPORTES, OPERADORES DE COMERCIO EXTERIOR, AGENTES ADUANAIS E CONSORCIOS DE EXPORTACAO.

ENCUENTRO EMPRESARIAL BINACIONAL VENEZUELA BRASIL EN PUERTO ORDAZ DE 5 A 7 DE OCTUBRE DE 2016 ORGANIZADO POR BIESUR Y APOYO DE LAS CAMARAS BINACIONALES VENEZUELANAS BRASILERAS

   DELEGACION DE EMPRESARIOS VENEZOLANOS EN BOAVISTA Y MANAUS - ARTICULO DA FOLHA DE BOAVISTA                                                                                                                                                                     Uma delegação empresarial venezuelana está em Boa Vista para incentivar empresários da Região Norte, especialmente os de Roraima e do Amazonas, a participarem do Encontro Empresarial Binacional Venezuela e Região Norte do Brasil, a ser realizado nos dias 6 e 7 de outubro, na cidade de Guayana, no Estado de Bolívar, com objetivo de fortalecer os laços de cooperação mútua ao impulsionar as relações de importação e exportação entre os dois países.
O evento pretende aprofundar os contatos com as empresas de diversos setores, autoridades governamentais e demais instituições representativas da região Norte. A delegação é representada pelo presidente do Bloco de Integração Sur-Oriental, Senén Torrealba, presidente da Câmara Binacional Empresarial Venezuela-Brasil, Guido Fratini Simões, e o presidente do Comitê Organizador do Encontro, Victor Kafrouni.
“Nossa comitiva está em Roraima para convidar os empresários de diversos setores que possuem capacidade de exportação e que tenham interesse de importar produtos da Venezuela”, disse Torrealba. Ele ressaltou a importância desse intercâmbio comercial diante da situação da problemática de abastecimento de alimentos enfrentada pela Venezuela. “É uma cooperação que pode durar vários anos, sendo a porta de entrada também para outros produtos”, comentou.
Fratini Simões disse que essa relação entre os dois países já dura mais de 10 anos e que agora se tornou mais intensa diante da necessidade que a Venezuela possui de importar não apenas alimentos, mas outros produtos também, incluindo de higiene pessoal, como sabonete e creme dental, além de pneus, peças de automóveis, equipamentos e materiais médicos.
Por outro lado, ele informou que a Venezuela possui muitos produtos de interesse do Brasil, principalmente minérios, como calcário, alumínio, ferro, materiais de construção, plásticos, químicos, fertilizantes, madeira, confecção, calçados, frutas e legumes, os quais Roraima possui dificuldade de abastecimento e produção, além do intercâmbio no setor de turismo. “Essa é uma grande oportunidade para que o comércio binacional seja fortalecido”, frisou Fratini Simões.
O presidente da Câmara Venezuelana Brasileira de Comércio e Indústria de Roraima, Eduardo Oestreicher, disse que o encontro demonstrará que o setor empresarial da Venezuela se voltou para uma maior integração com os empresários brasileiros. Segundo ele, o Governo da Venezuela permite a importação de produtos brasileiros sem burocracia ou qualquer tipo de restrição pelos órgãos que atuam na verificação de cargas e impostos.
“Isso promove o estreitamento do setor empresarial dos dois países”, comentou ao complementar que antes essa relação do país vizinho era voltada para Colômbia e Estados Unidos, e que agora é a oportunidade para Roraima participar diretamente no Mercado Comum do Sul (Mercosul), pois a Venezuela faz parte desse bloco comercial. “A Venezuela também possui uma série de produtos destinados à exportação para o Norte do Brasil”, destacou.
MOMENTO – A secretária-adjunta de Relações Internacionais de Roraima, Fátima Araújo, disse que esse é um momento histórico vivido pelo Estado com a importação de produtos alimentícios. “Roraima é um Estado muito estratégico para essa relação bilateral, não apenas do ponto de vista comercial, mas também educacional e turístico. O Encontro fortalecerá essa integração comercial”, comentou.
A classe empresarial e demais instituições interessadas em participar do Encontro poderão entrar em contato pelos e-mails biesur2014@gmail.com e biesur2014@hotmail.com. Os contatos poderão ser feitos também via WhatsApp pelo número +58 4249 543114. Ligações poderão ser feitas para os números +58 2869 230610 e +58 4143 860708. (A.D) Recorte da Folha de Boavista

domingo, 31 de julio de 2016

SE ESTIMA QUE AS IMPORTACOES VENEZUELANAS DEVEM CAIR PARA 47,8% OU VALOR PROXIMO DE 20,8 BILHOES DE DOLARES PARA O ANO 2016

SE CALCULA QUE PARA O PRIMEIRO SEMESTRE AS IMPORTACOES VE FECHARA NOS 9,2 BILHOES .   AS IMPORTACOES PUBLICAS FECHAM POR 65% E AS PRIVADAS CERCA DE 35%..SEGUN ECOANALITICA

martes, 5 de julio de 2016

MELHORA PERSPECTIVAS DOS PRECOS DO BARRIL DO PETROLEO NO FINAL DO PRIMEIRO SEMESTRE DO CORRENTE ANO 2016

Caracas.- Petróleos de Venezuela S.A. (Pdvsa) elevó en 72,69% los aportes y contribuciones para el desarrollo social del país.
De acuerdo a los estados financieros de la petrolera estatal, estas participaciones pasaron de 5.321 millones  de dólares en 2014 a 9.180 millones de dólares  en 2015,  pese al  desplome de los precios de la cesta venezolana de crudo y sus derivados de 88,42 dólares a 44,65 dólares el barril en promedio y a la caída en 40,7% de los ingresos petroleros.
Destaca el balance anual que los aportes fiscales pagados a la nación en 2015 fueron de 128.000 millones de bolívares y, en 2014 de 169.000 millones de bolívares, representando una contracción del 24%. Igualmente se reportó una fuerte caída del 90,6% en las asignaciones de Pdvsa al Fondo Nacional para el Desarrollo Endógeno (Fonden), pues en 2014 se ubicaron en 10.400 millones de dólares y en 2015 de apenas 974 millones de dólares.
El presidente de Pdvsa, Eulogio Del Pino, dijo este domingo por Televen que estiman elevar la producción.
Al comparar las cuentas y resultados de gestión 2014 y 2015, se observa que la producción petrolera se deslizó de 2,9 millones de barriles a 2,8 millones de barriles diarios.
“Es un gran reto incrementarla, porque cuando hay estos procesos de precios bajos, una de los puntos que más sufren son las inversiones, porque por un lado tenemos los compromisos con el Estado y por otro, sostener los niveles de producción”. “Todos los días hay una declinación en los yacimientos, en Venezuela declinan a un ritmo de 20% anual, eso significa de que si se producen 3 millones de barriles, son 600 mil barriles que tenemos que reponer para que la producción no baje”, afirmó Del Pino.
En ese sentido y en el marco de las empresas mixtas, apuntó, “hemos propuesto esquemas de financiamientos donde el socio debe contribuir para el crecimiento de la producción. Por otro lado, los contratos de servicios que tradicionalmente se solicitan y pagaban a los 30 días, los estamos cambiando; cuando tenemos problemas de ciclos de precios bajos, debemos ir a un esquema diferente de riesgo-beneficio para ambas partes, no solamente para el país productor, y eso lo hemos discutido incluso en la Organización de Países Exportadores de Petróleo (OPEP), la necesidad de que los riesgos también lo asumen las empresas de servicio”.
Refirió Del Pino que “aceleran” este esquema de financiamiento también con empresas venezolanas que “están aportando un promedio de 700 millones de dólares en dos campos, uno en el occidente y otro en la faja para levantar la producción de 100 mil barriles solamente en esos proyectos”.
mleon@eluniversal.com

martes, 17 de mayo de 2016

TALLER COMO EXPORTAR PARA RORAIMA Y ESTADO AMAZONAS - BRASIL ACESO POR LA ADUANA ECOLÓGICA DE SANTA ELENA 30 DE MAYO


SANTA ELENA- PACARAIMA - BOA VISTA - MANAUS- LA VIA NORTE MERCOSUR
INSCRIPCIONES ABIERTAS PARA EXPORTADORES E IMPORTADORES.INVERSIONISTAS
ENTRAR EN CONTACTO CON CAVENBRA Y REGISTRARSE.

martes, 10 de mayo de 2016

VENEZUELA - INCENTIVOS PARA EXPORTAR - MESA DE TRABALHO DE EXPORTACAO

Presidente Maduro aprovou quatro propostas para dinamizar as exportacoes



Como parte del objetivo de convertir las exportaciones no petroleras en el centro de la actividad económica del país, el Presidente de la República, Nicolás Maduro, aprobó cuatro propuestas para impulsar este sector, entre ellas el establecimiento de un tipo de cambio competitivo para los exportadores.

Las empresas exportadoras retienen el 60% de sus ingresos en divisas y el restante 40% eran vendidas al Banco Central de Venezuela a través del Sistema Complementario Alternativo de Divisas II, Sicad II, (entre 50 y 53 bolívares por dólar), según lo establecía el convenio cambiario número 27, publicado en Gaceta Oficial 40368, de fecha 10 de marzo de 2014.

Con el anuncio presidencial, el sistema que se utilizará para calcular el precio de la divisa para la actividad exportadora se fundamentará en el tipo de cambio de la tasa del Sistema Marginal de Divisas, Simadi, que promedia 199 Bs por dólar, en lugar del Sicad II.

El Mandatario Nacional dentro de la Mesa de Trabajo de Exportación del Consejo Nacional de Economía Productiva, realizado en el salón Simón Bolívar de Petróleos de Venezuela (Pdvsa), en La Campiña, con la que participaron más de 360 empresarios del país.

Las propuestas fueron leídas por el presidente de la empresa Canteras y Mármoles, Arnoldo García, y enseguida tuvieron el aval del jefe de Estado, quien con la voz de “aprobado”, dio el visto para dinamizar la actividad del sector.

Además, se aprobó la moratoria de la licencia especial de exportación que aplicará para todo el año 2016, con un carácter prorrogable, y que estará acompañada con un proceso más profundo de simplificación de los procesos de exportación.

La tercera propuesta aprobada fue la derogación de la exigencia del Registro de Usuarios del Sistema de Administración de Divisas (Rusad) para los exportadores que estaba paralizado desde la creación del Centro Nacional de Comercio Exterior (Cencoex).

Ello impedía que los nuevos exportadores vendiesen al Banco Central de Venezuela el 40% de las divisas recibidas por su actividad.

En este sentido, el Mandatario Nacional instruyó que se estudie la erradicación paulatina de todos aquellos requisitos que han venido obstaculizando a los exportadores.

Finalmente, aprobó la activación de una línea de crédito en divisas para garantizar el acceso de materia prima al sector exportador del país y resaltó la necesidad de que los exportadores cuenten con trato preferencial para obtener materia prima importada y nacional para producir bienes.

En esta reunión también estuvieron presentes el Vicepresidente Ejecutivo, Aristóbulo Istúriz, el Vicepresidente para el Área Económica, Luis Salas y los ministros de Comercio Exterior e  Inversión Internacional, Jesús Farías; de Industria y Comercio, Miguel Pérez Abad; de Petróleo y Minería, Eulogio del Pino, el viceministro de Comercio Exterior, Pablo Pinto, y el Presidente del Banco de Comercio Exterior, Ramon Gordils.

Maduro llamó a crear un Plan Central de Exportación con los 500 exportadores que hacen vida en el país.

Farías, quien fungirá como autoridad única para velar por la ejecución de las medidas aprobada, trabajará en la recopilación de propuestas para dar paso a la simplificación y creación de una taquilla única de exportación.

Transformación de modelo

Farías recordó que el 96% del ingreso de divisas del país proviene de las exportaciones de la industria petrolera y que los precios del petróleo han caído en un 70%.

Por ello, enfatizó en la urgencia de la transformación del modelo rentista a un modelo productivo y dijo que los actores involucrados están obligados a asumir con eficiencia la transformación económica de Venezuela.

Los empresarios también manifestaron su disposición a trabajar en esta dirección. Dentro de la Mesa de Trabajo, el presidente de Ron Santa Teresa, Alberto Vollmer, reflexionó sobre la crisis como un momento para desarrollar una política económica diversificada y reducir la dependencia del petróleo.

Vollmer apuntó que el agotamiento de este modelo constituye una oportunidad histórica para avanzar rápido hacia la construcción de un nuevo modelo que reimpulse el aparato productivo para incrementar la generación de divisas.

El Motor Exportación forma parte de los nueve motores de producción anunciados por el presidente Maduro como parte de las acciones del Consejo Nacional para la Economía Productiva que impulsará el renacimiento socioeconómico del país.

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