viernes, 27 de julio de 2012
MERCOSUL- O CAMINHO DIFICIL - VICTOR ALVAREZ
El vía crucis del ingreso al Mercosur
La política de sustitución de importaciones se ejecutó a través de bajos aranceles a la importación de materias primas y maquinarias, y altos aranceles a la importación de bienes de consumo final, con el fin de proteger la manufactura local de la competencia extranjera.
Con la imposición de las políticas neoliberales se desmontó la protección otorgada por el Estado a la producción doméstica, dando inicio a una acelerada apertura comercial y desregulación de las inversiones extranjeras y flujo de capitales. En su formato inicial, el Mercosur se propuso crear un mercado común para la libre circulación de bienes, servicios y personas entre los países miembros. A través de un arancel externo común, los países acordaron abrirse e integrarse entre ellos y protegerse hacia fuera de la competencia de terceros.
Un camino difícil
Desde el inicio de su primer gobierno en 1999, el presidente Chávez anunció la decisión de gestionar el ingreso de Venezuela al Mercosur. En 2002 se firma en Brasilia el acuerdo CAN-Mercosur y en 2004 Ecuador, Colombia y Venezuela ingresan como miembros asociados según los Acuerdos de Complementación Económica de Aladi.
Abortando este proceso, Colombia y Perú deciden firmar primero un TLC con EEUU, concediéndole a la gran potencia del norte mejores condiciones que a sus socios de la CAN. Esta decisión unilateral provocó la retirada de Venezuela del acuerdo andino y obligó al Gobierno bolivariano a centrar el interés en el ingreso al Mercosur.
En la Cumbre Presidencial celebrada en Montevideo en 2005, se aprueba el acuerdo marco con el que se inicia el ingreso formal de Venezuela al Mercosur. Se crea un grupo ad hoc para negociar el Protocolo de Adhesión y convenir los cronogramas para la implementación de la normativa vigente.
En 2006 se firmó en Caracas dicho protocolo, el cual entraría en vigor una vez que los parlamentos de los países miembros lo aprobasen. Pero el objetivo declarado del Gobierno venezolano de priorizar la lucha contra el desempleo, la pobreza y la exclusión social -por encima de la inercia neoliberal interesada en firmar los TLC- desató férreas resistencias a la incorporación de Venezuela al Mercosur. Desde entonces el Senado de Paraguay se dedicó a impedir este proceso.
En cada cumbre presidencial Venezuela reclamó tiempo para abordar los problemas que afectan la vida de los pueblos, tales como el desempleo, la pobreza y la exclusión social.
"Los gobiernos van de cumbre en cumbre, mientras los pueblos van de abismo en abismo", solía denunciar Chávez.
Esta prioridad en lo social está en abierta contradicción con el objetivo de las transnacionales de explotar, sin mayores regulaciones ni controles, las ventajas comparativas asociadas a la fuerza de trabajo barata y la abundancia de recursos naturales y energéticos de los países latinoamericanos.
Es la idea neoliberal de la integración de los mercados la que se estrella con la propuesta de la integración de los pueblos. Esa y no otra fue la verdadera razón para impedir la incorporación de Venezuela. Tras la suspensión de Paraguay debido a la maniobra orquestada para derrocar al presidente Lugo, fue posible remover el único obstáculo que impedía el ingreso de Venezuela como miembro pleno del Mercosur.
Adiós al modelo rentista
Los encuentros bilaterales con los países del Mercosur revelaron el potencial de un intercambio comercial inexplorado y desconocido. Pero Venezuela no puede ir al Mercosur a presentarse como un mercado abierto, dispuesto a comprar todo lo que se le ofrezca.Por Victor ALVAREZ
jueves, 26 de julio de 2012
CAVENBRA E O MERCOSUL - AVISO A IMPRENSA
La Cámara de Comercio e Industria Venezolano - Brasilera saluda con beneplácito la aceptación e incorporación de la República Bolivariana de Venezuela al MERCOSUR a partir del 31 de Julio de 2012.
CAVENBRA ha acompañado al Gobierno Nacional en sus esfuerzos por la incorporación plena de nuestro país al MERCOSUR desde el 4 de Julio de 2006, fecha en que se realizó la adhesión al Mercado Común del Sur.
Creemos que es de suma importancia para nuestro país pertenecer a esta Unión ya que nos da la oportunidad de establecer y concretar los múltiples Acuerdos de Cooperación Tecnológica en el ámbito agrícola, energético, construcción y planificación de cadenas productivas, además de crear alianzas estratégicas que contribuyan en el despegue del desarrollo integral de nuestro país.
No vemos a MERCOSUR como una alianza meramente comercial, por eso tendrán que establecerse reglas que respeten las asimetrías existentes que ayuden en el tiempo a superar nuestras deficiencias actuales con la cooperación de socios, cuyas economías han logrado permanecer en un mercado mundial muy competitivo.
Vemos como muy positivo, además de lo económico-tecnológico, la integración social y cultural, en especial el combate a la pobreza que ha sido prioridad para los Gobiernos que integran el Bloque.
Caracas, 6 de Julio de 2012
martes, 20 de marzo de 2012
SEGUN IPEA , EL PIB DE BRASIL CRECERA 3,5% EN 2012
ECONOMIA - Setor produtivo prevê avanço de 3,5% do PIB em 2012, aponta Ipea
Associações também acreditam em taxa de câmbio de R$ 1,75 no fim do ano.
Pesquisa Sensor divulgada nesta segunda-feira mostra que a previsão do governo para o crescimento da economia não está alinhada com a expectativa de associações do setor produtivo brasileiro consultadas pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Enquanto a projeção do governo Dilma Rousseff é de crescimento de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2012, uma média das previsões de 44 entidades consultadas pelo Ipea aponta para um avanço de 3,5%.
Diferenças ocorrem também na expectativa sobre a taxa de câmbio média para o ano e no crescimento da taxa de investimento. Enquanto a equipe econômica do governo projeta câmbio de R$ 1,80 no fim de 2012, as 44 entidades acreditam em uma taxa de câmbio de R$ 1,75. Em relação à Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), o Sensor prevê alta de 8,2% no ano, aquém dos 10% projetados pelo governo federal.
Para a inflação do ano, a taxa média do Sensor ficou em 5,3%, acima da meta estipulada pelo governo de 4,5% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Nesse quesito, as respostas das associações consultadas variaram entre 5,2% e 5,5%.
A previsão registrada pelo Ipea para a taxa de juros básica da economia (Selic) ficou em 9,5% ao ano - atualmente ela está em 9,75%. Em relação à geração de empregos em 2012, as entidades acreditam em criação de 1,9 milhão de postos de trabalho no ano, enquanto o governo Dilma projeta 2 milhões de novas vagas.
Entre os indicadores de comércio exterior, as projeções apresentadas pela pesquisa do Ipea para exportação e importação ficaram, respectivamente, em US$ 264 bilhões e US$ 244 bilhões.
Associações também acreditam em taxa de câmbio de R$ 1,75 no fim do ano.
Pesquisa Sensor divulgada nesta segunda-feira mostra que a previsão do governo para o crescimento da economia não está alinhada com a expectativa de associações do setor produtivo brasileiro consultadas pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).
Enquanto a projeção do governo Dilma Rousseff é de crescimento de 4,5% do Produto Interno Bruto (PIB) do país em 2012, uma média das previsões de 44 entidades consultadas pelo Ipea aponta para um avanço de 3,5%.
Diferenças ocorrem também na expectativa sobre a taxa de câmbio média para o ano e no crescimento da taxa de investimento. Enquanto a equipe econômica do governo projeta câmbio de R$ 1,80 no fim de 2012, as 44 entidades acreditam em uma taxa de câmbio de R$ 1,75. Em relação à Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF), o Sensor prevê alta de 8,2% no ano, aquém dos 10% projetados pelo governo federal.
Para a inflação do ano, a taxa média do Sensor ficou em 5,3%, acima da meta estipulada pelo governo de 4,5% para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).
Nesse quesito, as respostas das associações consultadas variaram entre 5,2% e 5,5%.
A previsão registrada pelo Ipea para a taxa de juros básica da economia (Selic) ficou em 9,5% ao ano - atualmente ela está em 9,75%. Em relação à geração de empregos em 2012, as entidades acreditam em criação de 1,9 milhão de postos de trabalho no ano, enquanto o governo Dilma projeta 2 milhões de novas vagas.
Entre os indicadores de comércio exterior, as projeções apresentadas pela pesquisa do Ipea para exportação e importação ficaram, respectivamente, em US$ 264 bilhões e US$ 244 bilhões.
martes, 3 de enero de 2012
BRASIL EXPORTA US$ 256 BILHOES E IMPORTA US$ 226,2 BILHOES NO FECHAMENTO DO ANO 2011
Balança comercial registra superávit de US$ 29,7 bilhões em 2011
02/01/2012
Brasília (2 de janeiro) – O saldo da balança comercial brasileira em 2011 chegou a US$ 29,7 bilhões e apresentou crescimento de 47,8% sobre 2010. O resultado é o maior dos últimos quatro anos, sendo superado em 2007, quando foi de US$ 40 bilhões. As exportações brasileiras no ano foram recordistas, somando US$ 256,041 bilhões, com aumento de 26,8% sobre o resultado do ano anterior, o que também aconteceu com as importações (US$ 226,251 bilhões, com alta de 24,5%) e a corrente de comércio (US$ 482,292 bilhões, com aumento de 25,7%).
Os resultados foram apresentados hoje, em entrevista coletiva no auditório do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O ministro interino, Alessandro Teixeira, destacou que o crescimento das vendas brasileiras no ano ser significativo entre as principais economias, sendo superado somente por Índia (45%), Rússia (32%) e Austrália (32%).
“Com isso, nós vamos crescer com a participação brasileira no comércio mundial, o que chamamos de market share. Nós temos hoje em torno de 1,3% de market share e devemos ultrapassar os 1,4%, ganhando posições no mercado internacional”, disse Teixeira.
A secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Lacerda Prazeres, avaliou ainda que o crescimento das exportações brasileiras no ano ocorreu em todas as categorias de produtos: básicos (36,1%), semimanufaturados (27,7%) e manufaturados (16%). Levando-se em consideração os produtos industrializados (semimanufaturados e manufaturados), o aumento foi de 19%. Este resultado é superior ao registrado em outros países durante o ano, como por exemplo, Estados Unidos (12%), Alemanha (10%) e Austrália (3%).
Mercados
Os principais países de destino das exportações em 2011 foram: China (US$ 44,3 bilhões), Estados Unidos (US$ 25,9 bilhões), Argentina (US$ 22,7 bilhões), Países Baixos (US$ 13,6 bilhões) e Japão (US$ 9,5 bilhões). Já os maiores mercados fornecedores para o Brasil no ano foram: Estados Unidos (US$ 34,2 bilhões), China (US$ 32,8 bilhões), Argentina (US$ 16,9 bilhões), Alemanha (US$ 15,2 bilhões) e Coréia do Sul (US$ 10,1 bilhões).
02/01/2012
Brasília (2 de janeiro) – O saldo da balança comercial brasileira em 2011 chegou a US$ 29,7 bilhões e apresentou crescimento de 47,8% sobre 2010. O resultado é o maior dos últimos quatro anos, sendo superado em 2007, quando foi de US$ 40 bilhões. As exportações brasileiras no ano foram recordistas, somando US$ 256,041 bilhões, com aumento de 26,8% sobre o resultado do ano anterior, o que também aconteceu com as importações (US$ 226,251 bilhões, com alta de 24,5%) e a corrente de comércio (US$ 482,292 bilhões, com aumento de 25,7%).
Os resultados foram apresentados hoje, em entrevista coletiva no auditório do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC). O ministro interino, Alessandro Teixeira, destacou que o crescimento das vendas brasileiras no ano ser significativo entre as principais economias, sendo superado somente por Índia (45%), Rússia (32%) e Austrália (32%).
“Com isso, nós vamos crescer com a participação brasileira no comércio mundial, o que chamamos de market share. Nós temos hoje em torno de 1,3% de market share e devemos ultrapassar os 1,4%, ganhando posições no mercado internacional”, disse Teixeira.
A secretária de Comércio Exterior do MDIC, Tatiana Lacerda Prazeres, avaliou ainda que o crescimento das exportações brasileiras no ano ocorreu em todas as categorias de produtos: básicos (36,1%), semimanufaturados (27,7%) e manufaturados (16%). Levando-se em consideração os produtos industrializados (semimanufaturados e manufaturados), o aumento foi de 19%. Este resultado é superior ao registrado em outros países durante o ano, como por exemplo, Estados Unidos (12%), Alemanha (10%) e Austrália (3%).
Mercados
Os principais países de destino das exportações em 2011 foram: China (US$ 44,3 bilhões), Estados Unidos (US$ 25,9 bilhões), Argentina (US$ 22,7 bilhões), Países Baixos (US$ 13,6 bilhões) e Japão (US$ 9,5 bilhões). Já os maiores mercados fornecedores para o Brasil no ano foram: Estados Unidos (US$ 34,2 bilhões), China (US$ 32,8 bilhões), Argentina (US$ 16,9 bilhões), Alemanha (US$ 15,2 bilhões) e Coréia do Sul (US$ 10,1 bilhões).
sábado, 10 de diciembre de 2011
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