lunes, 8 de octubre de 2012

LA CLASE MEDIA DE BRASIL CORRESPONDE A 53%

Nova classe média corresponde a 53% da população São mais de 100 milhões de brasileiros. Um aumento de 37% apenas na última década Foi lançada nesta quinta, 20, a plataforma Vozes da classe média, que buscará identificar, por meio de pesquisas, quais as especificidades da nova classe média brasileira, inclusive questões relativas ao seu comportamento, mecanismos que levaram à ascensão dessa população a esse estrato e o que ela necessita para continuar no processo de elevação à classe alta, com o intuito de formulação de novas políticas públicas. Participaram do evento o ministro chefe da Secretaria de Assuntos Estratégicos (SAE), Moreira Franco, o subsecretário de Ações Estratégicas da SAE, Ricardo Paes de Barros, o presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), Robson Braga Andrade, o representante do PNUD no Brasil, Jorge Chediek, e o diretor da Caixa Econômica Federal, José Henrique da Cruz. No discurso de abertura, Moreira Franco destacou a importância da pesquisa que será realizada com 10 mil pessoas que compõem a nova classe média, na qual serão utilizados dados do IBGE, Ipea, PNUD, Banco Central e CNI. “O objeto dessa pesquisa é um fato histórico, pois temos a possibilidade de viver uma experiência profunda, que mudará a vida da sociedade brasileira”, ressaltou o ministro. Ele ainda observou que se a classe média brasileira fosse um país, estaria entre os oito com maior capacidade de consumo, algo em torno de R$ 1 trilhão de reais anuais. Cerca de 20% da classe baixa migraram para a classe média na última década – em torno de 40 milhões de pessoas –, o que demanda uma nova plataforma de políticas públicas que atendam e compreendam essa nova conjuntura nacional. Atualmente, a classe média correspondem a cerca de 53% da população. Como grande desafio para o poder público, Paes de Barros ponderou que “há a necessidade de modificações das políticas públicas brasileiras numa velocidade que atenda à velocidade das transformações sociais em curso”. Políticas públicas Dando prosseguimento ao evento, os pesquisadores Diana Grosner, da SAE, e Renato Meirelles, do Instituto Data Popular (IDP), apresentaram alguns dados que possibilitam compreender como houve a ascensão tão numerosa à classe média em apenas uma década. Segundo Grosner, a educação é o principal fator causador da migração para a classe média à medida que também é a maior discrepância entre a classe alta e a classe média. “Enquanto a classe média estuda cerca de 8 anos, esse tempo é de 12 anos para a classe alta. A educação parece ser um fator decisivo para explicar a diferença entre as classes”, concluiu. A renda per capita da classe alta é cerca de quatro vezes maior que da classe média, demonstrando que apesar dessa rápida ascensão, a classe média ainda está muito distante economicamente e educacionalmente da classe alta. Percepção de melhora da qualidade de vida no Brasil, ampliação do consumo, otimismo, protagonismo e cidadania foram as quatro dimensões analisadas por Renato Meireles para compreender a nova dinâmica da classe média. O pesquisador destacou que “as políticas públicas para a classe média não têm mais a ver com assistencialismo, mas com política econômica”. Por fim, afirmou que o grande desafio das políticas públicas é ouvir efetivamente o cidadão que quer ser protagonista dessas políticas. Escrever Comentário

PROGRAMA SOCIAL BRASIL- BECA FAMILIAR

Somente o Bolsa Família, do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), maior programa de transferência de renda condicionada do País, beneficia cerca de 5 milhões de crianças de até 6 anos de idade. Os pequenos brasileiros comemoram seu dia na próxima Pesquisa mostrou que para os beneficiários do PAA Leite o único programa considerado mais importante que ele é o Bolsa FamíliaMilhões de crianças brasileiras em situação de vulnerabilidade social são assistidas todos os dias pela vasta rede de proteção social existente no Brasil. Políticas integradas de transferência de renda, assistência social e segurança alimentar e nutricional contribuem para a melhoria da qualidade de vida na infância e comprovadamente reduzem índices de desnutrição e mortalidade infantil. Somente o Bolsa Família, maior programa de transferência de renda condicionada do Governo Federal, beneficia cerca de 5 milhões de crianças de até 6 anos de idade. Coordenado pelo Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), o programa chega a 11 milhões de lares e atende 14,7 milhões de alunos dos 6 aos 15 anos. Entre outros requisitos, as famílias que recebem o benefício devem seguir algumas condicionalidades, como frequência dos filhos na escola e acompanhamento da saúde (cartão de vacinas atualizado e verificação de peso e medida). Para erradicar o trabalho infantil, em conjunto com outros ministérios e organismos nacionais e internacionais, o MDS coordena o Programa de Erradicação do Trabalho Infantil (PETI). Por meio dele, crianças e adolescentes com menos de 16 anos de idade são afastados do trabalho precoce para participar de atividades socioeducativas no contraturno escolar. O programa prevê, ainda, transferência de renda condicionada para as famílias. Em 2008, o PETI atendeu 875 mil crianças e a meta para 2009 é chegar a um milhão. Ainda sob coordenação do Ministério do Desenvolvimento Social, o Programa de Aquisição de Alimentos da Agricultura Familiar (PAA) garante alimentos em quantidade, qualidade e regularidade necessárias para populações em situação de insegurança alimentar e nutricional. No ano passado, a produção de 103 mil agricultores beneficiou 5,9 milhões de pessoas. O PAA Leite (Leite Fome Zero), uma das modalidades do Programa, foi responsável pela produção diária de 468 mil litros de leite, um dos principais componentes da alimentação infantil. Em setembro deste ano, resultados de uma pesquisa contratada pelo MDS para avaliar o PAA Leite identificaram entre os entrevistados que o único programa considerado mais importante que o Leite Fome Zero é o Bolsa Família. De acordo com o relatório final da pesquisa feita pela Universidade Federal de Pernambuco, o leite do Programa é o principal alimento para muitas famílias que o recebem. Em alguns casos, mesmo para aqueles que possuem uma situação um pouco melhor, o leite representa uma folga financeira que pode ser utilizada, por exemplo, para comprar pão. Bruno Magalhães deixou a TV de lado e agora participa com animação das atividades do Forças no EsporteEsportes – Para estimular a prática de esportes entre alunos pobres de escolas públicas de todo o País, o Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome apoia o programa Forças no Esporte. Criado em 2003 pelo Ministério da Defesa, em parceria também com o Ministério dos Esportes, o Programa reúne crianças e adolescentes com idade entre sete e 17 anos, muitos vindos de famílias beneficiárias do Bolsa Família. Por meio da Secretaria Nacional de Segurança Alimentar (SESAN), o MDS destina anualmente R$ 3 milhões para compra de alimentos que garantem lanche e almoço aos participantes do Forças no Esporte. Graças ao Programa, Richard de César Ribeiro de Souza - que tem 8 anos e é aluno de uma escola de Santa Maria, cidade-satélite do Distrito Federal - garante que quer ser jogador de futebol. “Venho desde o início do ano. Faço todas as atividades, mas as que mais gosto são futebol e futebol de salão. Quero seguir a minha carreira de futebol e ser militar”. Já Bruno Henrique da Silva Magalhães, também de 8 anos, conta que deixou de ficar em casa assistindo à TV para participar das atividades promovidas no horário contrário às aulas e desenvolvidas em unidades militares cedidas pelo Ministério da Defesa. “Jogo futebol, capoeira, natação, faço tudo aqui. Gosto muito de vir, todos os amigos são também da escola”. Segundo o comandante da Estação Rádio da Marinha em Brasília, capitão-de-fragata José Benônio Valente Carneiro, os alunos que participam do Forças no Esporte apresentam melhoras no rendimento escolar e mudanças no comportamento. “As atividades são desenvolvidas em três pontos que acho importante: social, escolar e esportivo. No aspecto social, as crianças são recebidas por pedagogos da Estação Rádio que trabalham a questão da cidadania, família, educação, higiene, socialização e militarismo. Depois do lanche, tem o reforço escolar. Cada criança aqui é um indivíduo que tem seus problemas e nós conhecemos os problemas de cada um, inclusive na escola. Sabemos, por exemplo, quem tem dificuldade em Português e Matemática. Então, há um estudo obrigatório do pessoal daqui que fica atento ao problema de cada um. Após isso, é que há uma atividade física bastante diversificada” conclui o capitão-de-fragata. Unicef – De acordo com o relatório Situação Mundial da Infância , divulgado pelo Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), uma em cada quatro crianças brasileiras menor de seis anos de idade vive em lares atendidos pelo Bolsa Família. “O Ministério possui um conjunto de ações voltadas ao público infantil que tem repercutido de forma positiva na vida da criança”, avalia a secretária-executiva do MDS, Arlete Sampaio, citando dados de pesquisas que apontam que 94% das crianças beneficiárias do programas de transferência de renda fazem pelo menos três refeições ao dia. Já na região do Semiárido, a participação no Bolsa Família reduziu em 30% o risco de desnutrição infantil. Apesar dos números positivos, Arlete Sampaio lembra que há muito o que fazer em relação às crianças, principalmente as negras e indígenas. “Ainda temos muito chão a percorrer, mas as ações afirmativas do Governo Federal têm priorizado essa população, que sempre foi discriminada”, ressalta. “Temos muito o que fazer para que mais pessoas sejam incluídas e para que a mortalidade infantil seja reduzida.” O relatório do Unicef alerta que crianças bem nutridas, que recebem cuidados e vivem em ambientes seguros e estimulantes, têm maior probabilidade de sobreviver, adoecer menos e desenvolver habilidades emocionais, sociais, de raciocínio e linguagem. “Quando ingressam na escola, elas têm mais condições de ter sucesso. E mais tarde, ao longo da vida, de se tornar membros criativos e produtivos da sociedade”, conclui o documento. Raquel Flores

jueves, 4 de octubre de 2012

PRECIO INTERNACIONAL DE LOS ALIMENTOS SUBEN AL NIVEL DE LA CRISIS DE 2008

Preço dos alimentos sobe ao nível da crise de 2008, aponta FAO Publicidade DA REUTERS Os preços globais dos alimentos registraram alta em setembro e são vistos perto dos níveis atingidos durante a crise alimentar de 2008, disse a FAO (Agência das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação), ao reduzir as previsões para produção global de cereais. A pior seca em mais de 50 anos nos Estados Unidos levou os preços do milho e da soja a máximas recordes durante o verão. Além disso, a seca na Rússia e em outros países exportadores do Mar Negro elevou os temores de uma nova crise. No entanto, os preços dos grãos recuaram nas últimas semanas com o rápido progresso da colheita nos EUA e com a fraca demanda de uma economia global em desaceleração. O índice de preço dos alimentos da FAO, que mede as alterações mensais dos preços de uma série de cereais, oleaginosas, laticínios, carne e açúcar, subiu para média de 216 pontos em setembro, depois de ficar estável em 213 pontos em agosto, aponta a FAO em seu relatório mensal. O aumento refletiu principalmente os preços mais altos dos laticínios e da carne, além de aumentos menores nos cereais. Apesar de o índice ainda estar abaixo do pico de 238 pontos atingidos em fevereiro de 2011, quando os altos preços dos alimentos ajudaram a estimular as revoltas da Primavera Árabe, o valor se aproxima dos vistos em 2008, quando levou a conflitos nos países pobres. "Os preços estão se mantendo altos. É altamente improvável ver uma normalização dos preços no curto prazo", disse o economista sênior da FAO, Abdolreza Abbassian, à Reuters. Ele disse, no entanto, que não está claro se o pequeno aumento de setembro significa que os preços estão agora em tendência de alta, mas espera que a volatilidade se intensifique nos mercados nos próximos meses. Abbassian disse que uma reunião ministerial para discutir os preços dos alimentos está planejada para 16 de outubro. O presidente francês François Hollande lançou uma campanha global para ganhar apoio para estoques estratégicos de commodities agrícolas, mas o comissário de desenvolvimento da União Europeia, Andris Piebalgs, disse nesta semana que este não é o melhor jeito de frear os preços, aconselhando um foco nos investimentos agrícolas para impulsionar a produção. + Canais

VENEZUELA E O MERCOSUL

Venezuela y Mercosur El ingreso de Venezuela ha elevado su posición dentro de la correlación de poder geopolítico mundial ALFREDO TORO HARDY | EL UNIVERSAL jueves 4 de octubre de 2012 12:00 AM Desde las costas del Caribe hasta el Estrecho de Magallanes se proyecta la masa continental del Mercosur, conjugando su condición de gran potencia alimentaria, energética e hídrica. Ningún actor internacional que combine tal extensión territorial con un papel preponderante en esas tres áreas puede resultar secundario en la distribución de poder mundial. Mercosur representa el mayor espacio de producción de alimentos del planeta. Desde 1990 la productividad del sector agrícola latinoamericano ha crecido más rápido que las de Estados Unidos y Asia. Más aún, de acuerdo a Víctor Villalobos, director general del Instituto Interamericano de Cooperación Agrícola, 42% del potencial agrícola del mundo se concentra en América Latina ("Latinoamérica reúne el 42% del potencial de expansión agraria", EFE, 2 junio 2012). Demás está decir que, en materia agrícola, América Latina significa básicamente Brasil y Argentina. De acuerdo a Mariano Turzi: "En la medida en que los imperativos demográficos y climáticos hacen de la seguridad alimentaria un asunto cada vez más crítico, los recursos agrícolas se convierten en un nuevo eje de las relaciones internacionales. En un mundo en el que la tierra cultivable puede llegar a hacerse más importante que el petróleo, los productores agrícolas sudamericanos con sus vastos espacios de tierra fértil y grandes cantidades de agua, ven su posición geopolítica fuertemente incrementada" ("Grown in the Cone: South America's Soybean Boom", Current History, No. 742, february 2012). Pero en el rubro alimentario se encuentra también la producción animal y allí Brasil se sitúa como el mayor exportador mundial de carne vacuna y avícola con Argentina ocupando un lugar puntero en el primero de dichos rubros. Junto a la posición alimentaria está la energética. Los 296.5 millardos de barriles de petróleo en reservas probadas y los 5.5 billones (millón de millones) de metros cúbicos en reservas probadas de gas que aporta Venezuela, bastan para elevar a Mercosur a las grandes ligas de los hidrocarburos. Ellas constituyen la primera y la octava reservas globales en petróleo y gas respectivamente. Por lo demás, Mercosur contiene una de las mayores capacidades hidroeléctricas instaladas del planeta, incluyendo a Itaipu y Guri, la segunda y tercera mayores plantas hidroeléctricas del mundo. A la vez, Brasil es el primer productor global de etanol y el décimo de carbón y Argentina el quinto de biodiesel. Luego está el componente hídrico. América Latina dispone del 30 por ciento del agua potable del planeta, localizándose la mayor parte de esa cantidad en los países que conforman al Mercosur. La impresionante convergencia del Amazonas, el Río de la Plata, el Paraná, el San Francisco y el Orinoco no encuentra paralelo a nivel mundial. Cabe destacar que también a nivel minero hay un rango importante con Brasil como tercer productor mundial de hierro, manganeso, aluminio y metal ferroso, cuarto en estaño y quinto en oro. El ingreso de Venezuela al Mercosur ha elevado sustancialmente su posición dentro de la correlación de poder geopolítico mundial, aumentando su nivel de interlocución como actor internacional. altohar@hotmail.com

miércoles, 3 de octubre de 2012

VENEZUELA- INDICADORES ECONOMICOS

INDICADORES ECONOMICOS ANO 2011 Inflação …. 27,6% Taxa de cambio….Bs 4,30 /Dólar ( oficial) PIB US$ …… 296,4 mil milhoes Exportações US$…. 89,3 mil milhoes Importaçoes US$ 45,6 mil milhoes Reservas Intern.US$ 29,8 mil milhoes Taxa de juros 14,5 %(aa) Investimentos Estrangeiros 5,3 mil milhoes Comercio Bilateral US$ 5,7 mil milhoes

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