jueves, 9 de mayo de 2013

VISITA A BRASIL DE NICOLAS MADURO - 9 DE MAYO 2013


Em Brasília, será recebido pela Presidenta da República, Dilma Rousseff.
VISITA DO PRESIDENTE NICOLAS MADURO A BRASIL, 9 DE MAYO 2013
Visita ao Brasil do Presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro Moros - Brasília, 9 de maio de 2013
08/05/2013 -
O Presidente da República Bolivariana da Venezuela, Nicolás Maduro Moros, realizará visita ao Brasil no dia 9 de maio de 2013. Em Brasília, será recebido pela Presidenta da República, Dilma Rousseff.
A visita do Presidente Maduro dá continuidade à sequência de reuniões periódicas de alto nível entre autoridades dos dois países. A cooperação entre Brasil e Venezuela inclui iniciativas de integração produtiva, segurança alimentar, políticas públicas, saúde e desenvolvimento social e tecnológico. Os dois países também apoiam iniciativas de cooperação trilateral no Caribe, com foco em agricultura familiar e desenvolvimento social.
O comércio entre Brasil e Venezuela multiplicou-se por sete de 2003 a 2012. No ano passado, o comércio bilateral alcançou o recorde histórico de US$ 6,05 bilhões. As exportações brasileiras de manufaturados para a Venezuela cresceram 30% em 2012, alcançando 65% da pauta exportadora. O processo de adesão da Venezuela ao MERCOSUL segue o cronograma acordado pelo bloco, com a adoção da Nomenclatura Comum do MERCOSUL e com o início da convergência à Tarifa Externa Comum.  

El Presidente de la República Bolivariana de Venezuela, Nicolás Maduro Moros, visitará Brasil el 9 de mayo de 2013. En Brasilia, será recibido por la Presidenta de la República, Dilma Rousseff.
La visita del Presidente Maduro da continuidad a la secuencia de reuniones periódicas de alto nivel entre funcionarios de los dos países. La cooperación entre Brasil y Venezuela incluye iniciativas de integración productiva, seguridad alimentaria, políticas públicas, salud y desarrollo social y tecnológico. Los dos países también apoyan iniciativas para la cooperación trilateral en el Caribe, con énfasis en la agricultura familiar y en el desarrollo social.
El comercio entre Brasil y Venezuela se multiplicó por siete desde 2003 hasta 2012. El año pasado, el comercio bilateral alcanzó un récord de $ 6.05 mil millones. Las exportaciones brasileñas de productos manufacturados a Venezuela crecieron un 30% en 2012, alcanzando el 65% de las exportaciones. El proceso de adhesión de Venezuela al MERCOSUR sigue el calendario acordado por el bloque, con la adopción de la Nomenclatura Común del MERCOSUR y el inicio de la convergencia al arancel externo común.

ELECTO DIRECTOR GENERAL DE LA OMC - EL BRASILEÑO ROBERTO AZEVEDO - OFICIALMENTE SERA DESIGNADO PARA EL 14 DE MAYO

DIRECTOR GENERAL DE LA ORGANIZACION MUNDIAL DEL COMERCIO
O brasileiro Roberto Azevêdo, 55, foi eleito nesta terça-feira como diretor-geral da OMC (Organização Mundial do Comércio). É a primeira vez em que um latino-americano é eleito para um mandato completo de quatro anos.  
Na última fase da disputa, Azevêdo derrotou o mexicano Herminio Blanco, 62, e trouxe ao Brasil uma de suas maiores vitórias diplomáticas. A decisão foi tomada em Genebra com a participação dos 159 países que integram a entidade.
A presidente Dilma Rousseff e o Itamaraty fizeram campanha intensa pelo brasileiro desde dezembro de 2012. O chanceler Antonio Patriota já recebeu a notícia da vitória, e a delegação do México já reconheceu a derrota.
O placar da votação ainda não foi divulgado. Ontem, a União Europeia decidiu votar em bloco a favor do México, e com isso o Brasil contabilizou ter perdido cerca de 12 votos. Mesmo assim, conforme fontes diplomáticas, os votos mostram que o brasileiro conta com uma grande margem de representatividade e teve vitória "inequívoca".
O resultado será anunciado oficialmente na quarta-feira (8) e a nomeação de Azevêdo será oficializada no dia 14, durante reunião do Conselho Geral da OMC. Ao todo, nove candidatos concorreram à sucessão do francês Pascal Lamy, dono do cargo há oito anos. Azevêdo assume o posto em setembro.
Representante permanente do Brasil na OMC desde 2008, Azevedo conta com reputação de hábil negociador. Ele foi chefe de delegação em litígios importantes vencidos pelo Brasil na OMC, como nos casos dos subsídios ao algodão contra os EUA e ao açúcar contra a União Europeia (UE).
Participou de quase todas as conferências ministeriais desde o lançamento, em 2001, das negociações de Doha sobre a liberalização do comércio mundial.
Mesmo respeitado em círculos diplomáticos por sua capacidade de construir consenso, Azevêdo foi criticado por seus esforços para levar a OMC a discutir o impacto de flutuações cambiais sobre o comércio.
HISTÓRICO
O diplomata começou a carreira no Itamaraty em 1984 e foi o principal assessor econômico do então chanceler Luiz Felipe Lampreia de 1995 a 1997. Participou, em 2001, da criação da Coordenação-Geral de Contenciosos do Itamaraty, que dirigiu por quatro anos.
Em 2005, ele se tornou o chefe do departamento econômico do ministério e, de 2006 a 2008, foi subsecretário geral de assuntos econômicos.
Foi em 2009, quando já estava à frente da representação na OMC, que o órgão autorizou o Brasil a retaliar os EUA pelos subsídios ao algodão.
O Brasil ganhou papel predominante na OMC a partir de 2003, durante o governo Lula (2003-2010), e se tornou um dos maiores negociadores junto da UE, do Japão, da China, da Índia, dos EUA e da Austrália.
O país defende um enfoque gradual para derrubar barreiras comerciais e um grande papel para o governo na regulação do comércio, o que já provocou queixas de países ricos, como os EUA e o Japão, e de companheiros emergentes, como a China e a Coreia do Sul.
Com agências de notícias FOLHA/SP

miércoles, 24 de abril de 2013

MINISTROS DA VENEZUELA - ÁREA ECONOMICA - PRIMEIRO GABINETE DO GOVERNO DO PRESIDENTE NICOLAS MADURO

MINISTRO DE AGRICULTURA Y TIERRAS- YVAN GIL -FOI DESIGNADO PELO PRESIDENTE DA REPUBLICA, NICOLAS MADURO . ING AGRONOMO  ESTAVA ANTES NA EMPRESA ESTATAL AGROPATRIA, CONHECIDA QUANDO PRIVADA EM AGROISLEÑA.
MINISTRO DE ALIMENTAÇÃO - FELIX OSORIO , VEM DE MERCAL
MINISTRO DAS FINANÇAS - NELSON MERENTES ( ANTES DO BANCO CENTRAL DA VENEZUELA : AGORA FICA EDMEE BETANCOURT PARA O BCV (ANTES EX-MINISTRA DE COMERCIO)
MINISTERIO DE INDUSTRIA-RICARDO MENENDEZ (AGORA RATIFICADO)
MINISTERIO DO COMERCIO- ALEJANDRO FLEMING  ( ANTES MINISTRO DO TURISMO)
MINISTRO PARA LA VIVIENDA Y HABITAT - RICARDO MOLINA( RATIFICADO , ANTES  DO GOVERNO HUGO CHAVES FRIAS)
MINISTRO DA ENERGIA ELETRICA- JESSE CHACON ( JA FOI MINISTRO DE COMUNICAÇAO ,DE INTERIOR E JUSTICA E DE INDUSTRIA.
MINISTRO PARA O PETROLEO E MINERIA- E PRESIDENTE DE PDVSA -RAFAEL RAMIREZ RATIFICADO DO GOVERNO H, CHAVES FRIAS
MINISTRO DE PLANIFICAÇAO-JORGE GIORDANI ( RATIFICADO DO GOVERNO ANTERIOR)


sábado, 20 de abril de 2013

CADIVI ADAPTOU SEU SISTEMA A NCM - NOMENCLATURA COMUM DO MERCOSUL

A COMISSAO DE ADMINISTRACAO DE DIVISAS (CADIVI) INFORMOU QUE SUA PLATAFORMA ESTA SENDO ADAPTADA AO MERCOSUL, EM VIGENCIA DESDE O DIA 5 DE ABRIL DE 2013 . TAMBEM E IMPORTANTE QUE OS CERTIFICADOS DE NAO PRODUCAO NACIONAL ( NAO SIMILAR NACIONAL) ESTEJAM ADEQUADOS A NOVA NOMENCLATURA EXCEPTO OS QUE JA FORAM SOLICITADOS ANTERIORES A DATA DA NOVA RESOLUCAO  PERMANECERAO AINDA VALIDOS PARA OS IMPORTADORES . DE PRINCIPIO , ALGUNS IMPORTADORES TIVERAM DIFICULDADES PARA OBTER A AUTORIZACAO DE ADQUISICAO DE DIVISAS (AAD).

jueves, 28 de marzo de 2013

SICAD -PRIMEIRO LEILAO DE DOLARES 26 DE MARÇO - DISPONIBILIDADE DE 200 MILHOES DE DOLARES

SEGUNDO INFORMAÇOES DA IMPRENSA VENEZUELANA FECHOU O PRIMEIRO LEILÃO DE DOLARES - SISTEMA SICAD - COM A PARTICIPAÇÃO DE 383 EMPRESAS : MAS ATE O PRESENTE MOMENTO NAO SE SABE A QUE PARIDADE ; ALGUNS ANALISTAS ACREDITAM QUE FOI UM PROMEDIO DE 12,5 BS / US$.  ATE O MOMENTO EXISTEM ALGUMAS DIFICULDADES COM ABERTURAS DAS CARTAS DE CREDITOS DO BANCOS COMERCIAIS QUE PRECISAM TER POSICOES INTERNACIONAIS. NOVAS MEDIDAS DEVERAO  SAIR PARA COMPLEMENTAR PROCEDIMENTOS MAIS CONCRETOS.
SE SABE QUE O MINIMO DE DEMANDA SERIA DE 30.000 DOLARES E MAXIMO DE 2 MILHOES POR EMPRESA.
AGORA O PROCESSO E DIFERENTE AO SITME : O BCV SO AUTORIZA AO IMPORTADOR PARA BENEFICIAR DIRETAMENTE O FORNECEDOR. OU SEJA A COMPRA DOS DOLARES NAO PODERA IR A CONTAS QUE NAO SEJAM DO PROPIO VENDEDOR.

sábado, 9 de marzo de 2013

BRASIL INVERTIRA DE 2013 A 2016 4 TRILLONES DE DOLARES BRASILEÑOS ( O 4 BILLONES VENEZOLANOS)


Os cerca de $4 trilhões de investimentos que devem ser realizai dos no País no quadriênio  2013/2016 éamaior cifra identificada pela pesquisa do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), realizada desde 2006. 0 mapeamento divulgado ontem pelo BNDES foi antecipado pela edição do Estado no dia 17 do mês passado.
Fernando Puga, economista-chefe do banco e superintendente da área de pesquisa, afirma que a pesquisa mostra "um primeiro sinal" de retomada do investimento. Junto com a indústria e a agropecuária, o investimento foi vilão do fraco desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) em 2012.
Apesar de o valor monetário do investimento previsto entre 2013 e 2016 ser recorde, a taxa de crescimento em relação ao levantamento anterior não é a maior  já registrada. Entre a pesquisa do  quadriênio 2008/2011 e o quadriênio 2013/2016, o investimento deve crescer 29%. "Em 2007 e em 2008, antes da crise, a taxa era maior e os investimentos cresciam em todos os segmentos", observa Puga.
Hoje, no entanto, essa tendência não é uniforme. Prova disso que, dos 21 segmentos pesquisados, três devem ter retração no investimento no período de quatro anos. São eles indústria extrativa mineral, indústria sucroalcooleira e siderurgia.
Apesquisa do BNDES considera investimentos nacionais, estrangeiros e de várias fontes de financiamento. Os dados são levantados não só nos planos estratégicos das empresas, mas também consideram as análises de mercado, não apenas as informações dos bancos. O ano de 2012 foi expurgado do levantamento para não misturar o investimento projetado com projetado, explica o economista.
Destaque. O grande destaque entre os setores em termos de taxa de crescimento do investimento é o de infraestrutura. De acordo com o estudo, serão aplicados até 2016 R$ 489 bilhões em energia elétrica, telecomunicações, saneamento, transporte rodoviário, ferroviário, portos e aeroportos. Esse montante é 36,2% maior em relação ao quadriênio anterior (2008/2011). A fatia da indústria no total investido é maior, passa de R$ 1 trilhão até 2016, mas a taxa de crescimento é menor (22%) comparada à da infraestrutura.
Paulo Godoy, presidente da Associação Brasileira da Infra-estruturae Indústrias de Base (Abdib), observa que o resultado da pesquisa do BNDES é coerente com as projeções feita pela sua entidade. Considerando os mesmo segmentos da pesquisa do banco como sendo de infraestrutura, isto é, expurgando petróleo egás, a Abdib projeta que o investimento anual desses setores, que somou R$ 103 bilhões no ano passado, atinja a cifra anual de R$ 165 bilhões em 2016.
Só aparte de transporte e logística, deve saltar de uma base anual de R$ 31 bilhões para R$ 65 bilhões. "O resultado é animador", diz Godoy. Mas ele pondera, no entanto, que faltam estruturas regulatórias que permitam amodelagens desses projetos para atrair especialmente o capital estrangeiro.
Logística. Eventos como Copa do Mundo e Olimpíadas, por exemplo, já desencadearam investimentos de empresas ligadas ao setor de logística. A Atlas Transportes 8c Logística acaba de investir R$18 milhões na compra de 40 caminhões e 180 carretas. Segundo o diretor de planejamento e marketing da empresa, • Lauro Felipe Megale, o investimento é "um pouco maior" comparado ao dos últimos anos. E um dos fatores é que esses eventos vão movimentar a economia.

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