O PRESIDENTE MADURO DESIGNOU A ROCCO ALBISINNI PARA PRESIDENTE E FANNY MARQUEZ PARA VICEPRESIDENTA DO CENTRO DE COMERCIO EXTERIOR( CENCOEX) EM SUBSTITUICAO DE ALEXANDRE FLEMING QUEM PRESIDIU DESDE ABRIL PASSADO. POR OUTRO LADO CHAMOU A FORTALECER A CORPORACION VENEZOLANA DE COMERCIO EXTERIOR (CORPOVEX) A QUEM DESIGNOU A GIUSSEPE YOFREDA. MINISTRO PARA O TRANSPORTE AQUATICO E AEREO.
DIVERSAS OUTRAS MEDIDAS FORAM TOMADAS ANTES DA SUA PARTIDA PARA A CHINA E PAISES DA OPEP.
DIAS ANTES RAFAEL RAMIREZ DEIXOU DE DE SER O CANCILHER VENEZUELANO E FOI DESIGNADO EMBAIXADOR NA ONU E DELCY RODRIGUEZ E A NOVA MRE DA VENEZUELA.
NOVA MINISTRO DE COMERCIO -ISABEL DELGADO
lunes, 5 de enero de 2015
VENEZUELA REIMPULSA PARCERIA COM O BRASIL NO MARCO DA POSSE DA PRESIDENTA DILMA ROUSSEFF
O PRESIDENTE MADURO ANUNCIOU A DINAMIZACAO DAS RELACOES BILATERAIS TRIMESTRAIS. PRINCIPALMENTE NO AMBITO DOS INVESTIMENTOS E DA COOPERACAO INDUSTRIAL,TECNOLOGICA,AGRICOLA, AGROALIMENTARIA E FARMACEUTICA. NA REUNIAO SE TRATOU DA BAIXA DO PRECO DO PETROLEO E AS CONSEQUENCIAS PARA AMBOS PAISES. E FUNDAMENTAL MAIS QUE NUNCA DA DIVERSIFICACAO DA ECONOMIA VENEZUELANA. (PRIMEIRO DE JANEIRO 2015)
NO PONTO DE VISTA DA CAMARA, A SEGUNDA FASE DAS RELACOES ESTAO AI ;AS CADEIAS PRODUCTIVAS E COMERCIAIS, A MAIOR APROXIMACAO DAS EMPRESAS DO NORTE E SUL DA VENEZUELA. OS INVESTIMENTOS DAS EMPRESAS DO MERCOSUL, EM ESPECIAL DO SUDESTE BRASILERO E O POSICIONAMENTO NOS MERCADOS VENEZUELANOS E NORTE DO BRASIL.AS ZONAS ESPECIAIS ECONOMICAS E ARMAZENS ESPECIAIS,ADEMAIS DE FINANCIAMENTOS DO MERCOSUL PARA A VENEZUELA.
NO PONTO DE VISTA DA CAMARA, A SEGUNDA FASE DAS RELACOES ESTAO AI ;AS CADEIAS PRODUCTIVAS E COMERCIAIS, A MAIOR APROXIMACAO DAS EMPRESAS DO NORTE E SUL DA VENEZUELA. OS INVESTIMENTOS DAS EMPRESAS DO MERCOSUL, EM ESPECIAL DO SUDESTE BRASILERO E O POSICIONAMENTO NOS MERCADOS VENEZUELANOS E NORTE DO BRASIL.AS ZONAS ESPECIAIS ECONOMICAS E ARMAZENS ESPECIAIS,ADEMAIS DE FINANCIAMENTOS DO MERCOSUL PARA A VENEZUELA.
lunes, 22 de diciembre de 2014
miércoles, 17 de diciembre de 2014
HOJE QUARTA FEIRA, 17 CIMEIRA DOS PAISES MERCOSUL NO PARANA , ARGENTINA , 17 E 18 DE DEZEMBRO DE 2014
Panará, Argentina.-Os presidentes dos países do Mercosul se reúnem hoje quarta no Paraná na cumbre na qual esperam avancar na la integracao social e política do bloco e no comercio com mercados asiáticos, sem que se saiba ainda se prosperará un repudio as sancoes do Congresso dos Estados Unidos contra Venezuela.
En la cumbre, encabezada por la presidenta Cristina Fernández, están los mandatarios de todos los países miembros de la unión aduanera (Argentina, Brasil, Paraguay, Uruguay y Venezuela) y de Bolivia, que está en proceso de incorporación plena.
Argentina ejerce la presidencia pro témpore del Mercosur, que traspasará a Brasil durante el encuentro en Paraná, unos 500 kilómetros al noreste de Buenos Aires.
Se espera que los presidentes aprueben una propuesta para la actualización del mecanismo de cooperación consular y la pronta implementación del pasaporte provisional del Mercosur, que sería el primer documento de viaje para toda la región, informó AP.
De esta reunión surgirían además propuestas para agilizar el mercado intrazona y un modelo de desarrollo económico con inclusión social.
Al respecto, el canciller Rafael Ramírez señaló en la víspera a periodistas que la unión aduanera "reconoce las asimetrías'' de los países miembros y la necesidad de complementar las distintas economías.
Durante la cumbre podría aprobarse algún pronunciamiento contra esos fondos especulativos que fueron respaldados por la justicia estadounidense en su reclamo para que Argentina les pague unos 1.500 millones de dólares por bonos en cese de pagos desde la debacle económica de 2001.
En la reunión de la víspera de los cancilleres del bloque se firmó un memorando de entendimiento con Líbano para impulsar el comercio con ese país, que dará lugar más adelante a un tratado más amplio e inclusivo en los campos económico y financiero. Asimismo, está prevista la firma de un acuerdo comercial con Túnez.
El bloque sudamericano también espera avanzar en las negociaciones para, a partir de enero de 2015, aumentar la circulación de bienes y servicios con la Unión Aduanera Euroasiática y el Espacio Económico Unión, integrado por Rusia, Bielorrusia y Kazajstán y que pasará a convertirse en la Unión Económica Euroasiática en esa fecha.
Analistas económicos dijeron que la cumbre no encuentra a la unión aduanera en su momento más sólido.
"El comercio intrazona ha perdido incidencia en forma progresiva en las exportaciones totales del bloque. En el año 2010 las exportaciones a los estados miembros generaban el 16% del total de las ventas externas del Mercosur. Esta cifra se reducirá al 13% al cierre del año 2014'', dijo en un comunicado la consultora abeceb.com.
Según este informe, el Mercosur enfrenta múltiples desafíos ya que "el escenario se altera con el aumento del protagonismo de los países asiáticos, por lo que la estrategia de integración debe contemplar un acercamiento del Mercosur con la Alianza del Pacífico'', integrada por México, Colombia, Chile y Perú, ``la expansión del mercado intrazona y el aumento de la productividad y competitividad''.
lunes, 1 de diciembre de 2014
QUARTO FORUM DE NEGOCIOS MULTILATERAIS DO MERCOSUL - MANAUS 1 E 2 DE DEZEMBRO 2014
Manaus sediará Fórum de Negócios do Mercosul 1 e 2 de Dezembro
Nos dias 01 e 02 de dezembro, acontecerá em Manaus a quarta edição do Fórum Multilateral de Negócios do Mercosul, promovido pela Federação de Câmaras de Comércio e Indústria Venezuela-Brasil. O evento vai reunir representantes dos países do bloco econômico e de dez Estados das regiões Norte e Nordeste do Brasil em sete painéis que tratarão de assuntos como economia social, turismo e esportes, ciência, tecnologia e infraestrutura.
De acordo com o presidente da Federação, José Francisco Marcondes, os Estados do Nordeste, principalmente, não se beneficiaram das possibilidades do Mercosul, nesses 20 anos. “A maior dificuldade é a distância geográfica, mas o ingresso da Venezuela pode ser o principal vetor dessa aproximação”, declarou. Além dos painéis, a programação do evento também contará com uma rodada de negócios, com participação de cerca de 40 empresários estrangeiros e empresas locais.
Em uma pesquisa divulgada no começo do ano, mostra que os Estados do Nordeste juntos representam 7,9% em exportações no Brasil, ou seja, estamos falando de uma quantia equivalente a $15.867.653.578. Não foi a toa que Pernambuco foi escolhido como sede para o primeiro evento por seu atual desempenho econômico e o Fórum se estabelecerá como um acontecimento anual, circulando por vários Estados das regiões Norte e Nordeste.
Já quando falamos na quantia que circulou entre Alagoas, Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Rio Grande do Norte e Sergipe, apenas no ano de 2010, estamos falando em um valor de aproximadamente $33.425.055.124. Com todos esses valores e levando em consideração a posição e importância que o Norte e Nordeste representam para o Brasil e para o Mercosul, o principal objetivo do Fórum é promover negócios e atrair compradores vizinhos para produtos e serviços locais, incentivando parcerias e o aporte de investimentos.
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo site www.forumdenegociosmercosul.com.br
miércoles, 26 de noviembre de 2014
DOIS NOVOS CENTROS COMERCIAIS EM BOA VISTA- RORAIMA NOVEMBRO 2014
Empreendimentos geram cerca de 14 mil empregos diretos e indiretos.
Shoppings poderão impulsionar a criação de indústrias, diz economista.
Emily CostaDo G1 RR
Os dois primeiros shoppings da capital boa-vistense, Roraima Garden Shopping e Pátio Roraima Shopping, devem criar juntos 14 mil empregos diretos e indiretos e aquecer a economia de todo o estado a partir desta terça-feira (25). Ao todo, os empreendimentos custaram mais de R$ 455 milhões e deverão movimentar mais de R$ 6 milhões por mês.
Previsto para ser inaugurado nesta segunda (24) e aberto ao público na terça, o Pátio Roraima Shopping, na zona Oeste de Boa Vista, funcionará com 180 lojas e deve receber mensalmente cerca de 250 mil pessoas, segundo a assessoria da empresa. O empreendimento tem dois pisos distribuídos em uma área total de 38,5 mil m² e um estacionamento com vagas para até 1.300 veículos.
Localizado na zona Leste da capital, o Roraima Garden Shopping será inaugurado na quinta-feira (27) e entrará em funcionamento a partir da sexta (28). Ao todo, o shopping, de apenas um piso, possui 168 lojas nos 40 mil m² de área construída e um estacionamento para 1.750 veículos. Na construção do empreendimento, foram gastos cerca de R$ 300 milhões, sendo R$ 82 milhões do Banco da Amazônia. A expectativa é que 540 mil pessoas transitem pelo shopping a cada mês.
Impacto econômico
De acordo com o economista e professor da Universidade Federal de Roraima (UFRR), Yuri Cesar Silva, a inauguração dos empreendimentos deverá impulsionar a economia local e fortalecer o setor de comércio e serviço, que já está em amplo crescimento em todo o país.
De acordo com o economista e professor da Universidade Federal de Roraima (UFRR), Yuri Cesar Silva, a inauguração dos empreendimentos deverá impulsionar a economia local e fortalecer o setor de comércio e serviço, que já está em amplo crescimento em todo o país.
saiba mais
"A economia tende a crescer bastante e em diversos setores a partir do funcionamento dos dois shoppings no estado. Essa movimentação se dará porque as empresas irão promover um aumento exorbitante nos empregos diretos e indiretos, e é isso o que faz a economia girar", pontuou.
Segundo ele, os shoppings poderão estimular a criação de indústrias e assim modificar a estrutura econômica de todo o estado. Entretanto, ele alerta: é necessário que empresários e políticos invistam tempo e recursos na produção de insumos que alimentem as empresas.
"A princípio, as empresas irão comprar produtos de fora do estado, mas depois disso poderá caber ao setor industrial de Roraima a venda desses insumos. Esse ciclo é uma 'janela de oportunidades', mas compete aos empresários e aos gestores do estado aproveitar essa demanda", esclareceu Silva.
jueves, 6 de noviembre de 2014
A INTEGRACAO DE BRASIL E AS NOVAS DIMENSOES REGIONAL SEGUNDO O RECENTE TRABALHO DO IPEA
A integração regional é um processo de partilha voluntária de soberania
entre Estados contíguos. Por definição, pressupõe que os partícipes cedam –
portanto, percam – a capacidade de agir sozinhos em certas áreas. O pressuposto
é que a ação coletiva é mais eficiente que a individual para a resolução de
certos problemas. Além da paz interestatal, o objetivo central da integração
é o crescimento (ou desenvolvimento) econômico por meio de ganhos de
escala e complementaridade. Por isso, ela visa à construção de um mercado
comum de fatores (capital e trabalho) e produtos (bens e serviços). O foco
na economia não se fundamenta num viés ideológico, quer seja materialista
histórico, quer seja neoliberal. Deve-se, simplesmente, ao fato de que na esfera
da produção e do consumo existem mais incentivos – e menos entraves – para a
integração de soberania que na esfera mais dura do nacionalismo territorial ou
na mais branda do nacionalismo identitário.
A União Europeia, que não é líder nem modelo, mas referência histórica
e comparativa ineludível, avançou na integração mediante a promoção das
famosas quatro liberdades: i) circulação de bens; ii) de serviços; iii) de
capital; e iv) de trabalho. Sem estas liberdades, que habitualmente são
garantidas apenas em espaços intraestatais, não se pode falar em integração
regional. A quarta liberdade é essencialmente política porque circulação
de trabalho significa circulação de pessoas; liberta, portanto, os seres
humanos da prisão da nacionalidade. Por efeitos de transborde (spillovers)
deste tipo, a integração econômica tem consequências políticas que, numa
retroalimentação, influenciam as etapas seguintes do processo.
O Brasil e Novas Dimensões da Integração Regional
A América Latina tem sido palco de três destacados processos de
integração: o Mercado Comum Centro-Americano (MCCA), estabelecido
em 1960, a Comunidade Andina, que data de 1969, e o Mercado Comum
do Sul (Mercosul), fundado em 1991. Todos eles aspiraram a construir uma
autoridade superior à dos seus Estados-membros por via de regulações e tarifas
comuns e obrigatórias para todos. Os três obtiveram um notável sucesso inicial,
mas esgotaram-se em poucos anos. A experiência centro-americana foi a mais
atabalhoada, dado que muitas das suas vicissitudes estiveram relacionadas
a guerras civis e interestatais derivadas do contexto internacional da Guerra
Fria. Na América do Sul, por contraste, as rivalidades entre vizinhos e
a instabilidade doméstica não conduziram a rupturas dramáticas das
organizações regionais, mas a paz e a democratização também não garantiram
o sucesso da integração. Depois de vários ciclos de arranque e paragem, os
dois blocos sul-americanos acabaram por se assentar sobre uma posição de
integracionismo retórico que funciona como guarda-chuva para objetivos
menos originais, mas igualmente valiosos, tais como a gestão de conflitos
interestatais de baixa intensidade e a proteção da estabilidade democrática
interna. Atualmente, os países-membros destes blocos continuam a agir
sozinhos na maior parte das áreas supostamente integradas, mas aceitam
uma arena comum na qual possam negociar algumas das suas diferenças.
entre Estados contíguos. Por definição, pressupõe que os partícipes cedam –
portanto, percam – a capacidade de agir sozinhos em certas áreas. O pressuposto
é que a ação coletiva é mais eficiente que a individual para a resolução de
certos problemas. Além da paz interestatal, o objetivo central da integração
é o crescimento (ou desenvolvimento) econômico por meio de ganhos de
escala e complementaridade. Por isso, ela visa à construção de um mercado
comum de fatores (capital e trabalho) e produtos (bens e serviços). O foco
na economia não se fundamenta num viés ideológico, quer seja materialista
histórico, quer seja neoliberal. Deve-se, simplesmente, ao fato de que na esfera
da produção e do consumo existem mais incentivos – e menos entraves – para a
integração de soberania que na esfera mais dura do nacionalismo territorial ou
na mais branda do nacionalismo identitário.
A União Europeia, que não é líder nem modelo, mas referência histórica
e comparativa ineludível, avançou na integração mediante a promoção das
famosas quatro liberdades: i) circulação de bens; ii) de serviços; iii) de
capital; e iv) de trabalho. Sem estas liberdades, que habitualmente são
garantidas apenas em espaços intraestatais, não se pode falar em integração
regional. A quarta liberdade é essencialmente política porque circulação
de trabalho significa circulação de pessoas; liberta, portanto, os seres
humanos da prisão da nacionalidade. Por efeitos de transborde (spillovers)
deste tipo, a integração econômica tem consequências políticas que, numa
retroalimentação, influenciam as etapas seguintes do processo.
O Brasil e Novas Dimensões da Integração Regional
A América Latina tem sido palco de três destacados processos de
integração: o Mercado Comum Centro-Americano (MCCA), estabelecido
em 1960, a Comunidade Andina, que data de 1969, e o Mercado Comum
do Sul (Mercosul), fundado em 1991. Todos eles aspiraram a construir uma
autoridade superior à dos seus Estados-membros por via de regulações e tarifas
comuns e obrigatórias para todos. Os três obtiveram um notável sucesso inicial,
mas esgotaram-se em poucos anos. A experiência centro-americana foi a mais
atabalhoada, dado que muitas das suas vicissitudes estiveram relacionadas
a guerras civis e interestatais derivadas do contexto internacional da Guerra
Fria. Na América do Sul, por contraste, as rivalidades entre vizinhos e
a instabilidade doméstica não conduziram a rupturas dramáticas das
organizações regionais, mas a paz e a democratização também não garantiram
o sucesso da integração. Depois de vários ciclos de arranque e paragem, os
dois blocos sul-americanos acabaram por se assentar sobre uma posição de
integracionismo retórico que funciona como guarda-chuva para objetivos
menos originais, mas igualmente valiosos, tais como a gestão de conflitos
interestatais de baixa intensidade e a proteção da estabilidade democrática
interna. Atualmente, os países-membros destes blocos continuam a agir
sozinhos na maior parte das áreas supostamente integradas, mas aceitam
uma arena comum na qual possam negociar algumas das suas diferenças.
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